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Futebol
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Relembre heróis e vilões criados em um Palmeiras x Corinthians

Lista do dérbi conta com nomes como Luisinho, Marcelinho Carioca, Marcos, Rivellino e Ronaldo

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

A tamanha rivalidade entre Palmeiras e Corinthians é capaz de transformar jogadores em heróis ou vilões por causa de apenas uma jogada. Atletas comuns que passariam despercebidos e até os bons, que seriam apenas lembrados pela categoria dentro de gramados, são eternizados nas duas equipes de acordo com o que fazem no clássico.

Felipão e Marcos são bons exemplos. Eles, inclusive, estarão no Pacaembu neste domingo e poderão servir de espelho para aqueles que pretendem ficar marcados na história do clássico. Do lado do Corinthians, Liédson também pode ser lembrado pela boa atuação em 2003, quando ele atropelou os zagueiros palmeirenses.

Em 1974, por exemplo, Ronaldo ficou eternizado na memória dos palmeirenses ao marcar o gol da vitória por 1 a 0 que deu o título do Paulista ao Palmeiras, além de manter o Corinthians na longa fila de mais de 20 anos sem títulos. O ano também seria bom para as carreiras deo divino Ademir da Guia e do clássico zagueiro Luís Pereira.

Quase vinte anos depois, era a vez de Evair, em 1993, entrar para a história marcando o gol de pênalti que deu o título do Estadual na vitória por 4 a 0. A conquista virou até música da torcida palmeirense.

Edmundo também sempre ficou marcado pelas boas atuações pelo Palmeiras contra o Corinthians. O difícil é destacar apenas um jogo em que o “Animal” foi bem. O mais marcante, talvez, seja o de 1993, na final do Rio São Paulo. Recentemente, na sua última passagem o camisa 7 também acabou com o Corinthians no Brasileiro de 2007 e ficou marcado após correr em direção da torcida corintiana gritando que ele era f...

Marcos, claro, não poderia ficar de fora desta lista. Ele defendeu pênaltis em 1999 e 2000 na Libertadores, sendo que, na primeira ocasião, o time foi campeão do torneio mais importante do continente. O camisa 12, porém, ficou mais marcado pela defesa do pênalti cobrado por Marcelinho, na semifinal de 2000. O jogo mancha a trajetória de ídolo do atleta corintiano até hoje.

Pelo lado corintiano, o herói começa com Luisinho, que foi o autor do gol do título do 4º centenário, em 1954. O jogo também ficou marcado pela camisa azul que o Palmeiras vestiu. Quase 40 anos depois, em 1995, Marcelinho Carioca fez um golaço de falta quando Velloso pediu para não armar barreira. Após o gol, o Pé de Anjo descontou toda a raiva contida na bandeirinha de escanteio e até chorou.

Mirandinha é outro que se consagrou só por causa das boas atuações contra o Palmeiras. Seu futebol nunca impressionou, mas os constantes gols que marcava diante do arquirrival tornaram o jogador xodó da fiel. Em 2003, Liedson marcou duas vezes nos dois jogos de semifinal que Palmeiras e Corinthians disputaram.

Ao mesmo tempo em que cria heróis, no entanto, o dérbi pode tornar um jogador em um grande vilão. Rivelino é o maior exemplo disso. O jogador foi crucificado como o culpado pela derrota que manteve o Corinthians na fila de 20 anos sem títulos. Em 1993, Neto também não foi bem no jogo decisivo e acabou sendo criticado de maneira incisiva por parte de sua torcida.

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