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Futebol
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Reformas para a Copa de 2014 causam polêmica no Internacional

Fifa pressiona para ter as garantias bancárias. O clube estuda seguir as obras com recursos próprios

Gabriel Cardoso, iG Porto Alegre |

AI Internacional/Divulgação
Máquinas trabalham dentro do estádio
A Copa do Mundo de 2014 tem dado dor de cabeça ao Inter. Com o estádio Beira-Rio entre as sedes do mundial, o clube tem sido pressionado quanto a maneira que vem conduzindo as reformas da sua casa. A ideia dos gaúchos era de tocar as obras com recursos próprios, mas não trata-se da maneira mais adequada na opinião da Fifa.

O clube tem feito várias reuniões para decidir o que fazer. A tendência é que adote parceria com uma empreiteira, e esta seguiria as reformas e daria as garantias bancárias consideradas fundamentais pela entidade máxima do futebol. Outra alternativa é a de seguir com recursos próprios, esta é a linha de pensamento defendida pelo ex-presidente Vitorio Piffero. Outros, mais radicais, querem que o Inter ignore a pressão da Fifa, entendendo que um esforço acima do normal poderia trazer dívidas para o clube.

Na segunda-feira, o conselho consultivo, formado por ex-presidentes, se reuniu para começar a debater a questão. Na terça, foi a vez do conselho fiscal avaliar as duas hipóteses. Nesta quarta-feira os conselheiros se reúnem. Os projetos serão apresentados e um encaminhamento de o que fazer deve ser dado, porém a posição definitiva só será tomada depois do Carnaval.

Se definir pela parceria com uma empresa, as reformas seguiriam na mesma velocidade. A diferença é que seria bancada pela empreiteira e esta ganharia o direito de explorar o estádio Beira-Rio por um período determinado para reaver o dinheiro. A construtora teria direito a verbas de camarotes, estacionamento e outras áreas do clube.

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