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Reforços de 2011 têm poucas chances no Cruzeiro

Apenas Victorino conseguiu a posição de titular, enquanto outros contratados não vão sequer para o banco

Frederico Machado, iG Belo Horizonte |

Dos oito jogadores contratados pelo Cruzeiro nessa temporada, apenas o zagueiro Victorino é titular do time de Cuca. Mesmo com uma rotatividade alta no time titular, os atletas recém-contratados estão recebendo poucas chances. Nem mesmo com as duas competições simultâneas (Campeonato Mineiro e Copa Libertadores) têm significado oportunidades. Mas alguns exemplos no próprio Cruzeiro podem animar esses jogadores, já que alguns demoraram para conquistar seu espaço no clube mineiro.

Ortigoza, André Dias e Reis chegaram para reforçar o ataque. Apenas André Dias foi testado e até um gol, enquanto os outros dois não jogaram. No meio-campo, Leandro Guerreiro, mesmo tendo a confiança do treinador, não conseguiu sua vaga. Na defesa, somente o uruguaio Victorino conseguiu se impor com rapidez. Naldo e Fabrício Carioca ainda não vestiram a camisa do Cruzeiro em um jogo oficial. O lateral Geovane também não recebeu nenhuma oportnidade ainda.

O técnico Cuca se mostrou incomodado com essa situação, mas destacou a qualidade do elenco do Cruzeiro e citou o exemplo de Wallyson. “Essa é uma situação delicada. Isso me incomoda porque lembro do tempo que eu jogava. Mas o Wallyson pode servir de exemplo para esses atletas. Olha o tempo que ele demorou para se adaptar aqui. Ano passado ninguém falava dele e hoje é o nosso titular. Alguns jogadores têm merecimento maior que as oportunidades. Existem casos aqui. Jogador treina bem e tem poucas chances. Temos um elenco bom e reforçamos nesse ano. A disputa está aberta e eles podem entrar a qualquer momento”, analisou o treinador.

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Paraguaio Ortigoza foi contratado nesse ano e ainda não estreou pelo Cruzeiro

Cuca citou o exemplo da defesa para explicar essa falta de oportunidades. O setor vive grande momento e sofreu gols em apenas dois dos nove jogos disputados. “Temos nove jogos e tomamos gols em dois. Como vou tirar o zagueiro? Tive um papo com o Gil. Mostrei que todos querem o lugar dele. Disse para não achar que está absoluto, pois todos querem um lugar no time”, disse o treinador.

O volante Marquinhos Paraná, que chegou com a desconfiança da torcida cruzeirense em 2008, deu a dica para os companheiros que acabaram de chegar ao clube. “Já passei por isso. Ninguém me conhecia, quando vim do Japão e fui contestado. Para você mostrar o valor que você tem, só trabalhando. Quando tiver chance, tem sempre que dar o melhor. Tem que jogar bola e mostrar vontade, que é o que a torcida quer”, disse o volante.

O lateral Pablo é outro que foi repatriado e experimentou um começo complicado no Cruzeiro. “Paciência e trabalho. Não adianta ficar nervoso. Temos um elenco forte que todos clubes queriam ter. Pedro Ken é exemplo disso. Ídolo em outro clube (Coritiba), e agora não está sendo usado. O segredo é trabalhar e ter paciência”, disse o jogador.
 

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