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Rafael Moura diz que Fluminense não pode entrar de salto alto

Atacante viveu situação semelhante com o Goiás em 2010 e afirma que equipe tem que buscar o gol

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

Não é exagero dizer que o resultado de 3 a 1 conquistado pelo Fluminense, diante do Libertad, no Rio de Janeiro, é confortável. Mas, dependendo da postura tricolor no jogo da volta, pode ser considerado muito traiçoeiro. Vice-campeão da Sul-Americana com o Goiás, Rafael Moura viveu esse mesmo roteiro no ano passado e tem a receita para que atual campeão brasileiro não fique no meio do caminho ma Libertadores.

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“Não podemos entrar de salto alto e apenas para nos defender. Temos que ter o intuito de fazer gols. Sabemos que conquistamos um bom resultado em casa, mas não podemos nos acomodar com essa vantagem. Ano passado, na final da Sul-Americana pelo Goiás, vencemos o primeiro jogo por diferença de dois gols e não serviu de nada”, lembra He-Man.

Calejado com partidas eliminatórias, o atacante tricolor sabe que para sair de Assunção classificado às quartas de final, o Fluminense não poderá repetir os erros cometidos no Engenhão.

“O time está crescendo na hora certa. Nós alternamos muito contra o Libertad no primeiro jogo. Fizemos um bom primeiro tempo e depois que sofremos o empate demos uma parada. Mas fizemos mais dois e conseguimos uma boa vantagem. No Paraguai, temos de jogar bem do início ao fim”, afirmou.

Com quatro gols na competição, três atrás de Wallyson, do Cruzeiro, e Nanni, do Cerro Porteño, Rafael Moura não quer pensar em artilharia por enquanto.

“Objetivos pessoais, como artilharia e melhor jogador do torneio, são conseqüências do bom trabalho do grupo. Enquanto o Fluminense seguir na competição, eu vou estar brigando por esses prêmios. Nosso objetivo é o título. Estou numa fase muito boa, com os gols saindo, a equipe vencendo e progredindo na competição. Estou com a cabeça boa”, disse o atacante, que prefere deixar a catimba de lado.

“Temos que esquecer arbitragem, torcida adversária e pensar apenas em jogar bola. Tomara que não aconteça o que aconteceu na Argentina. Nossa única preocupação é com nossa integridade física”, completou He-Man.
 

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