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Rafael Moura diz que boa fase é a recompensa de muito trabalho

Com cinco gols em três jogos com a camisa do Fluminense, atacante nega estar vivendo apenas um sonho de verão

Marello Pires, iG Rio de Janeiro |

Três jogos, cinco gols. Esse é o excelente aproveitamento de Rafael Moura desde que retornou às Laranjeiras. Mais maduro e mais experiente, He-Man se considera um jogador muito mais completo do que aquele que aterrisou no Rio de Janeiro em 2007, ainda jovem. Apesar de sincero em afirmar que não esperava um recomeço tão impressionante com a camisa do Fluminense, o atacante rechaça estar vivendo apenas um sonho de verão.

“Realmente é uma fase impressionante, eu diria. O que está acontecendo comigo é uma realidade”, afirmou, um confiante Rafael Moura.

Dos cinco gols marcados na temporada, três foram pelo Carioca. Dois no clássico contra o Botafogo e um, suado, contra o Madureira, que valeu ao clube das Laranjeiras o primeiro lugar do Grupo B.

Se em 2007, Rafael Moura deixou o clube pela porta dos fundos e sem deixar saudades, bastaram cinco jogos em 2011 para o atacante conquistar o torcedor do Fluminense com quatro anos de atraso.

“É uma sequência bacana, fruto de muita dedicação. Treino muito finalizações e por isso consegui atingir estes números. Não esperava alcançar uma fase como essa de imediato, mas é a recompensa do trabalho que sempre realizei nos treinamentos”, afirmou.

Titular ao lado de Fred contra o Botafogo e o Madureira, Rafael Moura é o mais cotado para começar jogando ao lado do capitão do Fluminense na semifinal da Taça Guanabara, contra o Boavista, neste sábado, às 17h (de Brasília), no Engenhão.

Assim como Muricy Ramalho, que já havia deixado claro antes do clássico contra o Botafogo que não via problema em escalar Rafael Moura ao lado de Fred, o atacante também acredita que eles possam fazer ter sucesso mesmo tendo as mesmas características.

“Eu e o Fred temos uma qualidade de fazer o pivô. Mas tanto ele como eu saímos para buscar o jogo e criamos as jogadas. Isso chama a marcação adversária e acaba sobrando mais espaços para o outro lá na frente”, explicou Rafael Moura.

 

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