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Rafa Benítez volta a reclamar da diretoria da Internazionale

Técnico crê que sua sorte poderia ter sido outra se a diretoria tivesse lhe dado as contratações pedidas

Gazeta |

O técnico Rafa Benítez mostra cada vez mais que guarda rancor da sua passagem pela Inter de Milão. Substituindo o português José Mourinho, o espanhol assumiu o time de Appiano Gentile no início da temporada passada, mas ficou apenas até dezembro. Ele acredita que sua sorte poderia ter sido outra se a diretoria tivesse lhe dado as contratações pedidas.

O brasileiro Leonardo o substituiu e chegou a brigar pelo título do Campeonato Italiano, mas acabou em segundo lugar. Em janeiro, chegaram jogadores como o atacante Giampaolo Pazzini, o lateral japonês Nagatomo e o zagueiro Ranocchia.

"Na vida, o tempo pode dizer a você sim ou não, e se você está certo, ele diz sim. A vida me disse isso porque eles contrataram, mostrando que precisavam. Na minha pré-temporada, não contratamos ninguém. Depois, contrataram quatro jogadores e deixaram seis sair. O problema é que precisavam fazer isso antes", reclamou à "Gazzetta dello Sport".

Ele conta que pediu a contratação do chileno Alexis Sánchez, da Udinese, vendido ao Barcelona na última janela de transferências por 26 milhões de euros, cerca de R$ 68 milhões.

"Eu pedi por Sánchez para janeiro e na época ele teria custado metade do que custou. Eles me deram várias promessas, mas não contrataram ninguém. Você sabe quantos pontos Pazzini deu ao time? 18. Com 18 pontos, dos seus gols decisivos, talvez eu também tivesse trilhado esse caminho", acrescentou.

Sem trabalhar desde que saiu de lá, ele relatou que recebeu três propostas da Espanha, duas da Alemanha, duas de seleções asiáticas e algumas da África, mas está esperando o projeto certo. De qualquer forma, ele comemorou os títulos do Mundial de Clubes e da Supercopa da Itália.

"Foi uma grande experiência para mim. Ganhei dois troféus em seis meses e entre eles um que o presidente (Massimo) Moratti e todos os torcedores da Inter esperaram por anos, o Mundial de Clubes", concluiu.

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