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Gays devem evitar atividade sexual durante Catar 2022, diz presidente da Fifa

Grupos de afirmação dos direitos dos gays criticaram a escolha do país como sede do Mundial, já que Catar não tolera a homossexualidade

Gazeta Esportiva |

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O presidente da Fifa (Federação Internacional de Futebol e Associados), Joseph Blatter, brincou com os fãs de futebol homossexuais ao afirmar que eles deveriam evitar relações sexuais durante a sua estadia no Catar para a Copa do Mundo de 2022. No entanto, o dirigente afirmou que não haverá problemas de intolerância durante a competição.

Grupos de afirmação dos direitos dos gays criticaram a escolha do Catar como sede do Mundial de seleções de 2022. Segundo eles, ter o torneio em um país que não tolera a homossexualidade seria ilegal. Blatter, então, respondeu aparentemente bem-humorado aos questionamentos feitos sobre a escolha de sua entidade.

Reuters
Declarações de Blatter não foram bem recebidas por personalidades do esporte

"Acho que eles (homossexuais) deveriam se abster de qualquer atividade sexual", afirmou  ao portal britânico "BBC", mudando o tom em seguida. "Tenho certeza de que, uma vez que a Copa do Mundo vai ao Catar, não teremos problemas com isso".

Após a entrevista de Blatter, a Fifa acrescentou que não fará mais nenhum pronunciamento a respeito do tema, afirmando que o presidente deixou claras quaisquer dúvidas sobre a questão. De acordo com o site britânico, a declaração não foi bem recebida por personalidades do esporte.

Ainda antes da fala do presidente da Fifa, a Associação de Gays Torcedores de Futebol condenou a escolha do Catar como sede da Copa e anunciou que fará um boicote a todas as ações associadas à Copa 2022. Blatter respondeu prontamente e enalteceu o status do futebol no mundo, como sendo "maior que todas as outras culturas".

"Você vê o Oriente Médio sendo mais flexível com essa cultura. É uma outra cultura por vir de uma outra religião, mas no futebol não vemos limites. Estamos abertos a todo o mundo e condenamos qualquer tipo de discriminação, seja racista, política ou religiosa. E acho que há muita preocupação para uma competição que vai começar somente daqui a 12 anos", concluiu.

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