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Atacante do Flu diz que está á disposição para novos depoimentos e não descarta andar com seguranças

Cansado pela longe viagem de Stuttgart para o Rio e com uma fisionomia ainda abatida pelo envolvimento no episódio no qual foi perseguido por torcedores de uma torcida organizada do Fluminense , após ser flagrado bebendo em um bar do Arpoador, na semana passada, Fred rechaçou a fama de cachaceiro e baladeiro que marcou sua imagem após matéria publicada pelo Jornal Extra .

“Querem me colocar como baladeiro, cachaceiro, e isso eu não sou. Depois dessa matéria foi criada uma imagem mentirosa. Disseram inverdades sobre a minha pessoa e meu comportamento. Meus familiares e meu advogado buscaram a conta do bar e ficou provado que foram consumidos 27 drinques, ao contrário dos 60 que foram divulgados na matéria”, afirmou o atacante sexta-feira, após confirmar sua permanência nas Laranjeiras .

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Sério e firme nas respostas, Fred disse que sua decisão de mostrar a conta do bar à imprensa não foi para justificar seus atos, e sim para dar uma satisfação ao verdadeiro tricolor que, após o episódio, pode começar a colocar em xeque seu profissionalismo.

“Eu sempre honrei meus compromissos com o clube e me entrego em campo pelo Fluminense. Sou muito profissional. As pessoas têm de entender que por trás do jogador, existe um ser humano como outro qualquer e uma família. Isso é um caso sério e desta vez eu tinha que fazer alguma coisa”, desabafou.

Sobre as medidas de segurança exigidas para permanecer no Fluminense durante sua primeira entrevista coletiva, sábado passado, Fred apenas disse que confia no clube e na polícia.

“Lógico que o Fluminense vai fazer o papel dele e dar segurança a todos os funcionários e atletas. Mas fora do clube eu sei que terei de tomar minhas precauções. Tenho certeza de que a polícia vai estar muito mais ligada de agora em diante”, explicou Fred, que já não descarta andar acompanhado por seguranças.

“Eu nunca quis, mas acho que vou ter que fazer isso se realmente for preciso. Se eu sair três vezes no mês, vão falar que eu sou baladeiro. Mas não tem isso. Sou apenas um cara normal e tenho direito de sair e me divertir como qualquer pessoa”, completou o atacante.

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Fred disse ainda que está à disposição da polícia para esclarecer qualquer tipo de contradição que tenha ocorrido em seu depoimento.

“Estou disponível 24 horas para falar com o delegado ou com a polícia sobre o episódio”, afirmou.

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