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Protesto de banco por dívida de R$ 5 mi põe Palmeiras no Serasa

BMG cobra clube por empréstimo feito na gestão Luiz Gonzaga Belluzzo; Tirone tenta acordo com instituição

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

O BMG colocou o Palmeiras no Serasa. Após tentativas de negociar uma dívida de R$ 5 milhões, o banco resolveu protestar formalmente e agora o clube está com o nome na instituição que cadastra pessoas e empresas que não pagam suas dívidas.

O clube foi notificado no início da semana e, desde então, o presidente do clube, Arnaldo Tirone, conversa com o BMG para tentar entrar em um acordo. É o que explica o vice-presidente financeiro do Palmeiras, Walter Munhoz.

“Essa foi uma dívida contraída na gestão passada, com Luiz Gonzaga Belluzzo. Na época, o COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) afirmou que aquele empréstimo não deveria ser feito, mas o presidente não escutou. Agora, o Tirone já está conversando com o banco para tentar acertar as coisas”, explicou Munhoz ao iG.

No meio do ano, o banco, que já patrocina o São Paulo , chegou a conversar com o departamento de marketing para estampar a sua marca em alguma parte do uniforme, mas não houve acordo.

Há, ainda, outro empréstimo do BMG com o Palmeiras. Inicialmente, o valor superaria os R$ 60 milhões. Luiz Gonzaga Belluzzo não conseguiu o aval do COF, mas resolveu seguir em frente nas negociações. Como a negociação seria feita na época das eleições, membros da oposição da época acionaram um conselheiro do Corinthians (Tomas Lico Martins) para fazer um "aviso" ao presidente banco: "Se a oposição (Tirone) ganhar, não pagaremos o empréstimo". 

Após receber a mensagem, o banco recuou e acabou liberando apenas uma parte do empréstimo, cerca de R$ 20 milhões. Essa negociação, no entanto, tem como garantia de que tudo seria pago outros contratos feitos pelo clube. 

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