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Futebol
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Protagonista de confusões, Marcelo Pitol lamenta violência do empate

Goleiro do Icasa reclamou da postura dos jogadores do Vitória no empate em 1 a 1 no estádio do Barradão

Gazeta |

Depois do apito final do empate entre Vitória e Icasa , neste sábado, no Barradão, jogadores dos dois times não contiveram os ânimos e partiram para cima uns dos outros, protagonizando cenas de empurrões e xingamentos.

O goleiro Marcelo Pitol , do Icasa , personagem de boa parte das confusões, explicou o ambiente pesado no Barradão: "Começamos jogando futebol enquanto eles queriam guerra. Nós fomos inocentes e aceitamos. Deu no que deu, essas cenas lamentáveis".

Pitol se desentendeu com o atacante Neto Baiano desde o primeiro tempo quando, aos nove minutos, caiu no chão simulando agressão do camisa nove do Vitória. A richa entre os dois tomaria maiores proporções na segunda etapa, quando Neto marcou o gol de empate em cobrança de pênalti e comemorou fazendo uma dancinha provocativa na frente do goleiro, que dessa vez não reagiu.

Momentos antes, Pitol havia protagonizado outra cena inusitada. Devido à demora para recolocar a bola em jogo, enquanto o Icasa ainda vencia, os jogadores do Vitória foram tirar satisfação com a arbitragem. No "bolo", o auxiliar Adeilton da Hora tentou gesticular e atingiu o rosto do goleiro icasiano, que se jogou no chão e começou a se debater. Entendendo pouca coisa, o árbitro amarelou Pitol.

O Icasa volta a campo na próxima sexta-feira, no Romeirão, onde recebe a Ponte Preta. Pitol quer esquecer o resultado no Barradão e se concentrar na próxima rodada: "Vamos deixar isso para lá, já faz parte do passado desde que o árbitro apitou, essa confusão toda até foi desnecessária. Temos que nos concentrar em vencer a Ponte Preta na próxima rodada e fazer uma sequência positiva na competição".

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