Zagueiro do Flu diz que ex-companheiro é cabeça-dura, mas que dá muito trabalho para ser marcado

Contratado com o aval do chefe, Márcio Rosário nem precisou esperar muito para fazer sua estreia com a camisa do Fluminense . Há cerca de um mês treinando nas Laranjeiras, o zagueiro foi confirmado por Abel no lugar de Leandro Euzébio , fora dos gramados por tempo indeterminado com uma inflamação no joelho direito , para enfrentar o Bahia , neste sábado, no Engenhão.

Sem jogar desde o dia 3 de abril, quando Botafogo e Resende empataram em 1 a 1, pela Taça Rio , o jogador disse que está pronto apesar do longo período de inatividade e mostrou que matemática não é muito seu forte ao ser perguntado desde quando não jogava uma partida.

“Acho que não jogo há uns 25 dias, mas Isso não preocupa. Venho trabalhando forte nas últimas semanas e estou preparado para essa etapa. Tenho a confiança do Abel e estou muito bem fisicamente. Não vejo a hora de estrear com a camisa do Fluminense. Chegou o momento de eu mostrar o meu valor e provar a confiança que o treinador tem no meu futebol”, disse o zagueiro.

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A tarefa de Márcio Rosário, no entanto, não será das mais fácies. Além da falta de ritmo, o zagueiro terá um adversário muito mais complicado pela frente: o atacante Jobson , seu antigo companheiro de Botafogo . Amizade à parte, o tricolor afirmou que não dará moleza para o amigo neste sábado.

“Jobson é um atacante muito veloz e não pode dar especo para ele. Ele não vai cair pelo meu lado, mas se cair eu pego ele. Jogar contra ele é meio complicado. Fora de campo ele é um cara legal. Comigo, ele sempre foi gente boa, apesar de ser cabeça-dura”, brincou o zagueiro do Fluminense.

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Após anunciar pelo Twitter que estava negociando com o Fluminense quando ainda era jogador do Botafogo e quase jogar por terra sua contratação, Márcio Rosário afirmou que não quer mais saber da ferramenta.

“Não, parei com esse negócio de Twitter. Só falo pelo meu celular agora. É mais seguro e não dá confusão”, disse, às gargalhadas.

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