Jogador do Atlético-MG diz que está sendo vítima de "farsa". Caso ocorreu em dezembro de 2010

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Violência sexual teria acontecido em 2010, quando Mancini ainda defendia o Milan
A procuradoria de Milão pediu, nesta quarta-feira, que o jogador brasileiro Mancini , ex- Inter de Milão , Roma e Milan , seja processado pela Justiça italiana após uma mulher ter acusado o agora meio-campista do Atlético-MG de ter sido violentada sexualmente pelo atleta.

O procurador Elio Ramondini disse que Mancini aproveitou o estado de embriaguez da mulher brasileira em questão para obrigá-la a ter relações com ele na madrugada de 8 para 9 de dezembro do ano passado. Ramondini afirmou que os dois se conheceram em uma festa organizada em Milão por Ronaldinho Gaúcho , ex-jogador do Milan e hoje do Flamengo .

Após a suspeita agressão sexual, a mulher de 30 anos foi atendida em um centro médico local e em seguida oficializou a acusação contra Mancini, que foi negociado em janeiro para o Atlético-MG. O jogador brasileiro negou as acusações e disse que a relação sexual que teve, na ocasião, ocorreu em comum acordo entre as partes. Já em uma entrevista concedida em fevereiro, ele afirmou estar sendo vítima de uma "farsa" .

Além do meio-campista, o procurador pediu também que seja submetido a processo judicial um amigo de Mancini, Geraldo Eugênio do Nascimento, de 56 anos, acusado de atrapalhar as investigações sobre o caso.

A procuradoria de Milão não informou se irá solicitar a presença de Mancini na Itália e também não disse qual será o seu próximo passo na investigação do caso.

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