Na virada do turno, treinador do Atlético-MG quer começar a escrever uma nova história dentro do clube

Seis jogos, seis derrotas, 14 gols sofridos, cinco gols feitos, entrada na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro e eliminação na Copa Sul-Americana. Por enquanto esse é o saldo de Cuca como técnico do Atlético-MG . O início do segundo turno dá um novo ânimo ao time mineiro, que diante do Atlético-PR vê a oportunidade de iniciar uma reação dentro da competição.

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Contratado para o lugar de Dorival Júnior , Cuca chegou ao Atlético-MG falando em Libertadores . Mas a realidade que encontrou na Cidade do Galo é outra e agora a meta é conseguir 50% de aproveitamento no segundo turno para evitar a queda. O treinador atleticano acredita que tem condição de fazer um grande segundo turno . Para isso ele enxugou o elenco , mas ainda procura uma formação ideal, pois usou seis formações diferentes nas partidas que comandou o Atlético-MG.

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Cuca tem a incrível marca de seis jogos e seis derrotas no comando do Atlético-MG
Flickr/Clube Atlético Mineiro
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As cinco derrotas combinadas com o resultado negativo no clássico com o Cruzeiro colocam Cuca na berlinda. A crítica de Cuca à diretoria atleticana com poucos dias de trabalho também não foi bem vista. O treinador disse a torcedores que os dirigentes não queriam contratar o volante Pierre . Sem resultados, passagem pelo Atlético-MG pode não durar um mês. O treinador está ciente da pressão por resultados e se mostra chateado com o desempenho do time desde que chegou à Cidade do Galo.

MiGCompLinks_C:undefined “O time vai se encaixar, neste momento não adianta dar porrada no jogador, você viu alguém fazer corpo mole, tirar o pé? Eles fizeram o máximo, mas está difícil”, disse Cuca, que ainda não teve uma semana inteira de treinos desde que chegou ao Atlético-MG.

“A gente pega um trabalho em andamento e não é fácil. O ideal para a gente que gosta de montar, é pegar no principio, ter a montagem, afeição do que a gente imagina no futebol”.

No que depender dos jogadores, Cuca vai seguir bastante tempo no comando do Atlético-MG. Para o volante Fillipe Soutto , o treinador não tem culpa nenhuma pelo momento ruim da equipe no Brasileirão. “É difícil para ele, é pouco tempo para treinar, para estruturar. Basta ver nestes últimos dias o tanto de jogos que tivemos. Ele está fazendo o que pode, de acordo com o pensamento dele e nós jogadores temos de dar resposta para o treinador”, comentou Soutto, que foi acompanhado por Mancini .

“Temos que enaltecer o Cuca também. Chegou em um momento complicado e não teve nem tempo para trabalhar. Nós, jogadores contratados, temos que dar mais. Ainda não deu liga, as coisas que não aconteceram da forma que a gente queria, mas futebol é isso mesmo. Estamos tentando, trabalhando. É ser persistente”.

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