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Pressionada, Inter de Milão chega a Abu Dhabi e prega seriedade

Colombiano Córdoba disse que fato de time ter oito sul-americanos faz com que leve a sério o torneio, normalmente desprezada por europeus. Técnico corre perigo

Marcel Rizzo, enviado iG a Abu Dhabi |

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A pergunta que intriga os fãs de futebol no Brasil foi feita logo no início da primeira entrevista da delegação da Internazionale de Milão em Abu Dhabi, onde disputará o Mundial de clubes: por que os europeus não dão o mesmo valor à competição que os sul-americanos? Dirigida ao técnico espanhol Rafa Benitez, ele desconversou e passou a resposta para Ivan Córdoba, defensor colombiano que o acompanhava na conferência.

Como temos muitos sul-americanos na equipe, podem ter certeza que vale muito esse título para nós, disse Córdoba.

AFP
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A Inter de Milão chega pressionada aos Emirados Árabes Unidos pela péssima campanha que faz na temporada, depois de ganhar a Tríplice Coroa em 2009 (Italiano, Copa da Itália e Liga dos Campeões). No Campeonato Italiano ocupa apenas a sexta colocação, com 23 pontos. Na Liga dos Campeões conseguiu vaga nas oitavas de final no sufoco, se classificando em segundo lugar no Grupo A. Na última rodada, levou de 3 a 0 do Werder Bremen, da Alemanha, fora de casa, com um time misto. O título mundial é importante para diminuir a pressão, principalmente sobre Benitez, que substituiu o vitorioso José Mourinho e convive com o perigo da demissão.

Conversei com o presidente (Massimo Moratti) antes do campeonato e estou tranqüilo. Falam tanto do meu futuro que esquecem que cheguei a várias finais. Já disputei uma decisão de Mundial, em 2005, pelo Liverpool, e perdi. E não é bom perder. Por isso trabalhamos seriamente para vencer esse campeonato, disse Benitez.

Ele não quis falar sobre o Internacional. Disse que tem um jogo para se preocupar antes, o de quarta-feira, contra o vencedor de Al-Wahda, dos Emirados Árabes, e Seongnam, da Coreia do Sul, que se enfrentam neste sábado, às 14h (horário de Brasília). Córdoba não ficou em cima do muro.

É um time (Internacional) que não é diferente do que conhecemos do futebol brasileiro. São jogadores habilidosos, com capacidade máxima. Lembro que um grande amigo meu, Fabian Vargas, jogou no Inter e disse que é uma equipe com mentalidade campeã, disse Córdoba, citando meia colombiano que defendeu a equipe gaúcha no Mundial de 2006, no Japão.

São oito sul-americanos inscritos pela Inter de Milão. Além de Córdoba estão os brasileiros Júlio César, Lúcio, Maicon e Thiago Motta e os argentinos Zanetti, Cambiasso e Milito. O brasileiro Philippe Coutinho, machucado, não está na lista de 23, mas viajou com a delegação para Abu Dhabi. O primeiro treino da Inter de Milão ocorre neste sábado, 11h (horário de Brasília).

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