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Futebol
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Presidente e diretor do Inter divergiam em quase todos os temas

Demitido, Siegmann diz que não teria perdido auxiliar para o Grêmio: "o presidente é mais lento"

Gabriel Cardoso, iG Porto Alegre |

Roberto Siegmann, demitido do cargo de vice de futebol do Inter, concedeu entrevista nesta segunda-feira. Ele se despediu dos jogadores e da imprensa e deu muitas declarações polêmicas. Reclamou por ter sido demitido via imprensa e contou algumas histórias que foram desgastando a relação interna dentro do clube.

Perda do auxiliar técnico Julinho Camargo para o Grêmio:
“A saída do Julinho Camargo me pegou de surpresa. Fiquei sabendo às 10h da noite, muito embora ele falasse com o presidente desde as primeiras horas da manhã. Se eu soubesse antes, talvez poderia ter feito alguma coisa. Isso foi algo que me incomodou muito. Eu seguramente teria interferido”

Divergência com o presidente Giovanni Luigi:
“Eu tenho uma divergência de postura com o presidente Giovanni Luigi. Cada um tem seu jeito. Eu não me acomodo com estruturas viciadas. Eu procuro mudar as estruturas. O presidente é um pouco mais lento, ponderado, cauteloso”.

Desde quando os dirigentes vinham divergindo?
“Desde o nosso nascimento”

Falta de dinheiro:
“Eu acho que precisa ser dito para a torcida que não temos dinheiro para contratar. Só o presidente trabalha com contratações. Pois seremos responsabilizados por inércia”

Divergência sobre treinador:
“O Falcão foi uma escolha minha. Eu escolhi o técnico, conversei com ele. Ele teve dificuldade no primeiro momento, mas estávamos encontrando a nossa forma de jogar. Demos início a um processo de renovação, mas também deveríamos ter contratado mais”

Fernandão para diretor executivo de futebol:
“Houve uma intenção manifestada do presidente em contratar o Fernandão, e eu fui contrário. Acho que temos que quebrar uma lógica aqui. Temos que andar pra frente. Não podemos ficar olhando para trás. Já aconteceu muito isso aqui, de repatriar jogadores, e etc.. Acho que o Fernandão foi um grande ídolo, mas não é o profissional que se encaixa na realidade do Internacional”

Capitão do time:
“Não tenho dúvida da grandeza do Índio e do Bolívar, mas eu entendo futebol assim. Acho que futebol é dinâmico e feito de ciclos. A renovação do Bolívar foi feita exclusivamente pelo presidente Giovanni Luigi”null

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