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Presidente do Santos espera que Ganso se manifeste sobre os 10%

Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro diz que já comunicou o jogador sobre desistência do clube em adquirir mais 10% dos direitos

Gazeta |

Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, presidente do Santos, só vai encerrar na manhã desta terça-feira a novela sobre a venda de 10% dos direitos econômicos do meia Paulo Henrique Ganso ao grupo DIS. O mandatário evitou falar sobre a negativa em adquirir os 10%, embora tenha sinalizado que de fato vai abrir mão de tal prioridade.

"Nós, por dever de educação e pelo apreço que temos pelo jogador, respondemos formalmente à correspondência que eles nos mandou. Antes de ter certeza de que o atleta recebeu nossa resposta, ficaria esquisito e seria antiético divulgá-la. Nós já tomamos a decisão, já comunicamos ao jogador e, assim que ele tomar conhecimento, avisaremos a todos", informou Luis Álvaro, à Rádio Globo.

A DIS se propôs a pagar R$ 5 milhões ao meia para adquirir mais 10% de seus direitos. Com a compra desse percentual, o grupo passa a ter 55% do montante. O Santos, sócio minoritário nessa divisão, deve anunciar em uma entrevista coletiva marcada para as 10h desta terça que continuará com 45%.

Apesar de não confirmar que abriu mão de exercer a prioridade de compra, Luis Álvaro salientou que ser sócio majoritário só será vantajoso ao grupo de empresários quando o Santos quiser negociar o atleta com o exterior. O dirigente lembrou que o vínculo do camisa 10 vale até 2015 e garantiu que pretende mantê-lo.

Ganso deve se reunir com Luis Álvaro ainda em janeiro, quando receberá mais uma proposta para reformar seu contrato com base em um plano de carreira semelhante ao de Neymar. O meia deve receber um significativo reajuste salarial para assinar um novo acordo com os santistas. Atualmente, seus vencimentos mensais estão avaliados em R$ 130 mil mensais.

O jogador já manifestou que pretende permanecer na Vila Belmiro em 2012, ano do centenário alvinegro. Luis Álvaro diz que releva a confusão criada por Ganso às vésperas do Mundial de Clubes. Ele revelou a venda de 10% de seus direitos em solo japonês e, ao desembarcar no Brasil, mudou o discurso lembrando que o Santos tinha prioridade para cobrir a oferta.

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