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Futebol
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Presidente do Goiás anuncia que deixa o clube em junho de 2011

Com o time condenado ao rebaixamento, Hailé Pinheiro disse que terminará sua passagem desiludido

Gazeta Esportiva |

O presidente do Goiás, Hailé Pinheiro, revelou que pretende parar de se envolver nas decisões administrativas do clube. Com mais dois meses de mandato, o dirigente pretende cumpri-lo. Depois, deve permanecer até junho comandando o Conselho Deliberativo.

Pinheiro pretende articular uma parceria com alguma empresa nacional ou internacional, pois acredita que apenas a receita do futebol não é suficiente para quitar as dívidas do clube. "O Goiás vai ter que partir para uma outra jogada, que eu me recusei a fazer, que é uma parceria nacional ou internacional muito grande. Vou tentar organizar a vida administrativa do Goiás. Talvez fazer uma reforma no estatuto para que nenhum picareta destrua o Goiás", explicou Pinheiro à Rádio 730.

Ele não descartou deixar a presidência antes de junho, mas disse que, para isso acontecer, é necessário aparecer um nome de sua confiança para assumir o comando do clube. "Teria que ser um presidente que tivesse trânsito muito grande na área financeira e empresarial para que conseguisse coordenar essa montanha de dívidas que o Goiás tem. Poucos homens têm esse perfil e, os que têm, não querem assumir", lamentou.

Após 50 anos de futebol, Pinheiro termina sua passagem pelo Goiás desiludido. "Cheguei à conclusão que minha luta foi em vão. Futebol é um ambiente que não condiz com pessoa honesta, você tem que ser desonesto e eu não dou conta de ser. Acho que estou no lugar errado", comentou.

O conselheiro João Bosco, pré-candidato à eleição que será realizada no dia 16 de dezembro, gostaria de ver Pinheiro reeleito, mas afirmou que não fugiria do desafio de comandar o Goiás.

"Só dele dizer que a idade impede é uma grande prova de juventude. Ele é um homem dinâmico, lutador e que é apaixonado pelo Goiás. A melhor solução seria a reeleição dele. Com o apoio de todos os sócios proprietários, do Conselho Deliberativo e, principalmente, dele, eu toparia, com certeza", confirmou.

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