Patrícia Amorim diz não se sentir frustrada com fracasso nas negociações para contratar um atacante de peso

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Ronaldinho Gaúcho é citado como exemplo de sucesso na gestão de Patricia Amorim
Depois do fracasso na tentativa de contratar um atacante de peso, o Flamengo está prestes a anunciar Jael, da Portuguesa , como reforço para a disputa do Campeonato Brasileiro. A presidente Patrícia Amorim não encara o fato como frustração e usa a contratação de Ronaldinho Gaúcho para se defender.

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“Eu não posso me sentir frustrada. Trouxe o Ronaldinho Gaúcho. E espero que a torcida não se sinta assim. Que seja temporal”, afirmou Patrícia. “Sobre o Jael, ainda não assinei nada. E a janela não fechou”, emendou a presidente, lembrando que as transferências internacionais terminam nesta quarta-feira.

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O Flamengo tentou se reforçar com André, do Dínamo de Kiev, Kleber, do Palmeiras, Vagner Love, do CSKA Moscou, Amauri, da Juventus, e Ariel, do Racing Santander. Por enquanto, Jael é o mais próximo. Até o presidente da Portuguesa, Manuel da Lupa, confirmou o acerto entre o clube e o jogador.

André foi anunciado pelo Atlético-MG nesta terça

“Jogador bom sempre é disputado por dois, três ou quatro times. Ainda não conseguimos competir com a Europa. Falam em euros, mas nossa realidade é em reais. Fica no limite da responsabilidade do cargo”, comentou Patrícia, confiante na campanha do Flamengo no Brasileiro. “Se não vier outro, estamos em segundo lugar (na verdade, terceiro) e acreditamos naqueles que estão aqui”.

Para contratar André, o Flamengo chegou a mandar o diretor Luiz Augusto Veloso para a Europa negociar com dirigentes do Dínamo de Kiev. Mais um fracasso. Patrícia, no entanto, segue com a certeza de que foi tomada a decisão correta no caso.

“Tem que ir negociar na Europa mesmo. Fica ouvindo as mesmas coisas faz com que a gente tome decisões unilaterais. A experiência é importante, mesmo que não se concretize. Isso é do futebol. É preciso se relacionar”, disse Patrícia. “É muito bom quando se consegue contratar, como foi com o Alex Silva. Houve muito mais sucesso nas negociações do que insucessos”

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