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Preparador pede cuidados e não marca volta de Valdivia e Lincoln

Anselmo Sbraglia afirma que meias precisam passar tratamentos especiais e que é cedo para datar retorno

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

ValdiviaLincoln ainda não têm data para voltar e ainda aspiram muitos cuidados da comissão técnica. É o que afirma o preparador físico do Palmeiras Anselmo Sbraglia.

Em entrevista coletiva concedida nesta quarta-feira, Sbraglia afirmou que, apesar de os dois terem recebido o “ok” do Departamento Médico, ainda é muito cedo para decretar uma data para que eles voltem a vestir a camisa do Palmeiras.

“É preciso ter muito cuidado em relação ao Valdivia. Ele faz trabalhos físicos desde que voltou e é muito diferente fazer um trabalho físico e depois entrar em trabalho com bola, onde o envolvimento e a intensidades são muito maiores. É difícil prever uma data, é muito cedo para isso”, disse Sbraglia, que depois explicou que Lincoln está um pouco à frente na preparação:

“O Lincoln está um pouco à frente, ele já treina com mais intensidade do que o Valdivia. Agora, vamos observar o atleta para colocar com segurança. Não adianta a gente queimar etapas para os dois sofrerem com isso mais à frente”, completou.

Nesta quarta, o time participou de trabalhos físicos na caixa de areia pela manhã. À tarde, Felipão deve estar de volta após passagem por Portugal para comandar os atletas. O treinador prepara o time para o Paulistão nas próximas duas semanas e já pode começar a se preocupar com a Copa do Brasil, daqui 15 dias.

Gazeta Press
Valdivia participou de treino no Palmeiras na manhã desta quarta-feira


Sbraglia também pretende aproveitar essa folga entre as datas. Por causa do torneio nacional, o preparador já imagina que conseguirá corrigir algumas falhas dos atletas nesse meio tempo, entre a pausa do Estadual e a Copa do Brasil.

“Encerramos a sétima rodada jogando quarta e domingo. Existe um desgaste grande por causa do pouco tempo pra preparar o time. Temos algumas situações para corrigir e propriamente para o treinador. Fisicamente é uma situação e a parte técnica é mais importante”, disse.

“Todo atleta tem um déficit em alguma capacidade física e é nesses pontos que a gente trabalha em cima. O que não desgastamos tanto os atletas no início, vamos pensar agora. Alguns têm deficiências em relação à força, resistência aeróbia e outros pontos, são situações específicas”, concluiu.

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