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Preliminar de eleições no Corinthians agrada situação e oposição

Conselho Deliberativo aprovou mudanças no estatuto visando a próxima eleição a presidente

Bruno Winckler, iG São Paulo |

Gazeta Press
Sanchez conseguiu realizar reunião mesmo sem aval de presidente do conselho
O presidente do Corinthians , Andrés Sanchez, obteve uma vitória na noite desta quinta-feira dentro do Conselho Deliberativo do clube. Em reunião na sede do clube no Parque São Jorge, ficou definida uma alteração do estatuto do clube que muda a forma como serão eleitos os 200 conselheiros para o próximo triênio.

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Carlos Senger, presidente do conselho deliberativo, havia feito campanha para os conselheiros não comparecerem à reunião extraordinária marcada por Andrés na última semana, mas tanto membros da situação como da oposição estiveram presentes. Senger, como era de se esperar, não compareceu e Alexandre Husni, primeiro vice do conselho, presidiu a sessão que durou cerca de três horas.

O conselho decidiu por 113 votos contra 43 que cada grupo apresente uma chapa com 200 conselheiros. Quem vencer emplaca os 200, quem perder não coloca ninguém no órgão. O ex-presidente Waldemar Pires foi o autor da sugestão vencedorea. Os eleitores terão de escolher um dos candidatos - Mário Gobbi (situação) ou Paulo Garcia (oposição). Cada um deles terá uma chapa com 200 conselheiros. O sócio do clube poderá escolher um candidato, mas poderá optar por outra chapa que não a apoiada por quem recebeu seu voto para presidente.

Leia também: Em guerra, oposição corintiana ataca "inculto" Andrés e "inicia" eleições

Gobbi é favorito ao pleito marcado para 12 de fevereiro. Garcia, ciente da sua situação desconfortável, aceitou a votação. "Foi uma maneira democrática. Tanto oposição como situação se uniu para votar e cada um votou no que achou melhor", disse Garcia, que fará chapa conjunta com Osmar Stábile. Os dois foram derrotados por Andrés Sanchez nas últimas eleições.

E mais: Andrés pede desculpas ao conselho e diz que foi mal-interpretado

Luiz Paulo Rosenberg, primeiro vice-presidente na chapa de Mário Gobbi, elogiou a escolha, que sob o ponto de vista do grupo de Andrés, agiliza o processo de votação. Antes, cada sócio poderia votar nominalmente de um a 200 conselheiros, que tornaria o processo confuso e demorado. Mais de 3 mil sócios têm direito a voto de acordo com o estatuto corintiano.

Apesar da aprovação na reunião, Senger já avisou a membros do Conselho Deliberativo que tentará barrar na justiça o que foi decidido em reunião. Porém, de acordo tanto com situação como oposição, sua derrota já está declarada. Ele tentou uma liminar contra a reunião desta quinta, mas não conseguiu. Ele alega que Andrés desrespeitou o estatuto ao convocar o encontro sem seu aval. O presidente corintiano deixará o cargo em 15 de dezembro e nos dois meses que antecedem o pleito, Roberto de Andrade será o mandatário do clube.

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