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Prass engrossa o coro pelo fim da hegemonia contra o Flamengo

Goleiro lembra que Vasco hoje é um clube respeitado e sem remanescente do grupo que perdia para o rival

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Um dos jogadores mais experientes do elenco do Vasco ao lado de Felipe , Fernando Prass engrossa o coro contra a hegemonia do Flamengo . Domingo, os dois times decidem a Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca, e, para o goleiro, não há remanescentes nas duas equipes que justifique a superioridade rubro-negra. A bola rola às 16h, no Engenhão. De um total de 36 mil ingressos, restavam apenas 2 mil no começo da manhã.

Prass chegou ao clube em 2009. O clube atravessa a pior fase da sua história. Rebaixado no Brasileiro, deparou-se com um elenco em formação e uma diretoria nova em busca de titulares e reservas. O quadro hoje é diferente, lembra. De time que não era conhecido nem pela própria torcida , o Vasco de 2011 ganhou respeito, joga um futebol de relativo destaque no cenário nacional e, por isso, não há motivos para temer o adversário. Respeito, sim, mas nada de entrar em campo com o fantasma do passado.

“Hoje, a gente vive uma realidade diferente de quando cheguei. Naquela época, o torcedor não sabia escalar o time do Vasco. Hoje, temos jogadores identificados com o clube. É o caso do Elton , Ramon , Fágner , o meu, o Dedé ...E são jogadores com contrato ainda de mais três, quatro anos. Ou seja, vão ficar sete anos no clube, têm tudo para fazer história. Por tudo isso, estamos em igualdade de condições para enfrentar qualquer adversário”, frisou o goleiro.

Domingo, o Vasco precisa vencer o Flamengo ( campeão da Taça Guanabara ) para forçar mais duas partidas. Caso perca, o campeonato chegará ao fim. E pior: mesmo não sendo a decisão do título especificamente, o torcedor rubro-negra não abrir mão de comemorar o título invicto (não perde há 25 partidas) sobre o rival de São Januário, repetindo 1996 . Assim como Anderson Martins e Alecsandro , o goleiro e capitão vascaíno avisa que chegou a hora de dar um basta na escrita.

“Vamos acabar com o tabu. Estatísticas no futebol servem só para números mesmo. Se cruzar as equipes, você vai ver que não há jogadores daquela época. Você vai ter sempre o peso de vencer o Flamengo porque a torcida quer que você entre em campo e vença o rival. Esta é a única pressão. No mais, o que ficou para trás faz parte do passado”, advertiu Prass. 

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