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Por ouro olímpico, Marta atua em função mais recuada na seleção

Técnico Jorge Barcellos acredita que trazer Marta para o meio-campo torna a equipe mais criativa

Gazeta |

Jorge Barcellos passou dois dos três anos que ficou afastado da seleção brasileira de futebol feminino nos Estados Unidos, potência na modalidade, e retomou seu cargo na equipe nacional prometendo alterações para o País deixar de ser "quase". A primeira delas é fazer com que Marta fique mais no meio-campo para que o time tenha mais chances de gol.

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"Trouxe a Marta para trás, para o meio-campo ficar mais criativo", comentou o treinador, há uma semana exercendo a função em treinos e jogos novamente e que tem o Torneio Cidade de São Paulo, quadrangular envolvendo também Dinamarca, Itália e Chile, como primeiro trabalho em busca de um título expressivo.

"Estamos usando o torneio para corrigir nossos erros. Precisamos pensar em medalha de ouro no ano que vem", contou Aline Pellegrino, reforçando o pensamento do chefe em relação ao futuro já próximo - as Olimpíadas de Londres estão marcadas para o próximo mês de julho.Falando especificamente de si, Marta vê evolução na nova tarefa na seleção. Crê que o time melhorou já na vitória por 4 a 0 sobre o Chile, nesse domingo, em relação à estreia no Torneio Cidade de São Paulo, quando o Brasil aplicou 5 a 1 sobre a Itália, na última quinta-feira.

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AE
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"Essa formação foi melhor do que contra a Itália. Estamos jogando soltas na frente. Eu, a Cris [Cristiane] e a Thaisinha não temos posição fixa. É interessante porque temos uma criatividade maior e não cansamos tanto para marcar", elogiou a camisa 10, considerada a melhor jogadora do mundo nas cinco últimas eleições da Fifa.

Na próxima quinta-feira, diante da Dinamarca, Jorge Barcellos promete reforçar a identidade que tenta impor à equipe, que, com ele, foi vice-campeã olímpica em 2008 e vice-campeã mundial em 2007. O técnico minimiza o valor das goleadas na avaliação que faz de seu trabalho.

"Jogamos pelo resultado. A goleada vem do espaço dado e o trabalho feito no jogo", apontou. "Nossas laterais atacam intensamente o tempo todo, o ataque, a defesa e o meio-campo também estão taticamente bem, mas não acredito que a Seleção esteja pronta, começamos a trabalhar há uma semana. Ainda estamos criando uma cara."

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