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Por Libertadores, Atlético-PR precisa carregar o fator Arena na bagagem

Retrospecto do clube jogando em casa tem forte influencia na boa campanha deste ano. Só que, na condição de visitante, paranaenses estão devendo e precisam melhorar muito

Altair Santos, especial para o iG |

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Um dos clubes brasileiros que melhor sabe usar o fator casa é o Atlético Paranaense. Desde que inaugurou a Arena da Baixada, em junho de 1999, o desempenho do time no estádio beira os 70%. O diferencial ajuda os atleticanos nos momentos bons, como nas edições 2001 e 2004 do Campeonato Brasileiro, quando foi campeão e vice, e nos ruins, como em 2008 e 2009, quando o risco de rebaixamento foi revertido com vitórias importantes em casa.

Mas o fator Arena não funciona apenas em competições nacionais. Graças a ele, o Atlético já foi terceiro colocado da Copa Sul-Americana, em 2006, e vice-campeão da Libertadores, em 2005. Esse vice, aliás, até hoje está atravessado na garganta dos atleticanos. Na final contra o São Paulo, a Conmebol determinou que a primeira partida da decisão fosse disputada no Beira-Rio, em Porto Alegre. A alegação era de que a Arena da Baixada não atendia o regulamento da competição, que nas finais exigia estádio com pelo menos 40 mil lugares.

Confiando na força de seu estádio, o Atlético ainda confia que pode atingir a classificação para o torneio intercontinental no Brasileirão deste ano. Teria que chegar a 100% de aproveitamento nos jogos que faltam para disputar em casa: Palmeiras, Grêmio Prudente e Avaí. Nosso cálculo é de que com 62 pontos dá para classificar. Para isso, os três jogos na Arena serão fundamentais, avalia o técnico Sérgio Soares.

As análises estatísticas apontam que o Atlético tem entre 5% e 6% de possibilidades de obter vaga na Libertadores. Para crescer esse percentual, o clube precisa melhor seu desempenho como visitante ¿ hoje na casa dos 29%. Como têm ainda três partidas para atuar fora da Arena, contra Flamengo, Grêmio e Ceará, os atleticanos teriam que duplicar esse índice para ainda tentar almejar a vaga. Temos potencial de lutar de igual para igual nesta reta final, mas é preciso aquele algo mais, analisa o lateral-direito Wagner Diniz.

Para tanto, além de empenho, o Atlético terá de desafiar o tabu contra os clubes que irá visitar. Contra o Flamengo, por exemplo, na história do Campeonato Brasileiro, a equipe paranaense nunca venceu o rival quando no Rio. Já diante do Grêmio, desde 1983, também em duelos pelo Brasileiro, o Atlético não ganha em Porto Alegre. Na reta final do campeonato, o clube vai precisar levar o fator Arena na bagagem. Um fator que desde 1999, até a partida contra o Goiás, em 16 de outubro deste ano, já rendeu 238 vitórias, 85 empates e 56 derrotas no estádio Joaquim Américo, o nome oficial do caldeirão atleticano.

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