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Polivalente, Cícero fala em "mostrar a cara" no São Paulo

Meio-campista, que já jogou como atacante, disse que pode ser mais que um jogador nota 8 ou 9, como a diretoria do clube quer

Mário André Monteiro, iG São Paulo |

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Cícero veste a camisa do São Paulo
Recém-contratado pelo São Paulo , o meio-campista Cícero fez sua apresentação oficial nesta sexta-feira, no CT da Barra Funda. O novo camisa 15 tricolor chega num momento de turbulência, mas diz que sabe do seu potencial e da sua responsabilidade na equipe a partir de agora.

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"Eu sei da responsabilidade que tenho, acho que todo jogador que chega num grande clube tem que entrar e dar uma resposta. Não pode se omitir e mostrar as caras no momento ruim. Estamos em 3º, três derrotas não é ideal, mas a gente está bem colocado e espero ajudar a equipe", disse o atleta.

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Sem data para estrear, Cícero disse que está há quase dois meses parado, e que só o dia a dia nos treinamentos vai indicar quando fará seu primeiro jogo. "Venho de férias europeias, meu contrato acabou no Wolfsburg e estou há 50 dias parado. Prefiro ficar bem na parte física e ajudar o grupo. Você pode se matar no treino, mas situação de jogo é diferente. Espero estar rapidamente com o grupo, não vou dar uma data certa porque isso vai depender no dia a dia", comentou.

Objeto de desejo do São Paulo desde a época do Figueirense, Cícero analisou os três anos que passou no futebol da Alemanha. O meu primeiro ano, quando eu saí logo depois da Libertadores (no Fluminense), o Hertha brigou pelo título. Os dois últimos anos não foram muito bons com relação à equipe, mas individualmente eu fui bem e chamou a atenção de outros clubes", avaliou.

Disposto a ajudar, Cícero disse que não tem uma posição definida dentro de campo e que pode atuar como volante ou até como atacante. "Eu tive momentos bons no Figueirense como 3º volante pela esquerda. No Fluminense eu estive um outro momento bom, jogando como segundo atacante. Sempre fui um jogador que do meio para frente, no que eu puder ajudar, vou fazer da melhor maneira possível", disse.

A diretoria são-paulina, antes de acertar com Cícero, disse que só contrataria reforços nota 8 a 9. Questionado sobre isso, o meia disse que se encaixa no perfil, mas que não é o salvador da pátria. "Dentro do meu potencial sei que posso render. Vou ficar com essa nota e vou tentar sempre subir essa nota. Todo jogador tem seu potencial e característica. Não sou o cara que vai resolver isso ou aquilo. No grupo você precisa do suporte, dos companheiros, e cada um tem uma situação diferente. Quero mostrar meu futebol e ficar vários anos", finalizou.

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