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Futebol
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Platini é reeleito para a presidência da Uefa

Como presidente da entidade, francês ampliou a Liga dos Campeões e a Liga Europa, com participação de mais times

AE |

O francês Michel Platini foi reeleito nesta terça-feira para um segundo mandato de quatro anos na presidência da Uefa (União das Federações Europeias de Futebol). O ex-capitão da seleção da França apresentou sua candidatura sem oposição no Congresso da Uefa, realizado na cidade de Paris, graças à popularidade que alcançou entre as 53 associações de futebol da Europa e agora vai dirigir a entidade até 2015.

Como presidente da Uefa, Platini ampliou a Liga dos Campeões da Europa e a Liga Europa, com a participação de mais times. E a Eurocopa de 2016 será disputada por 24 seleções. Atualmente, o torneio é realizado com a presença de 16 equipes. Ele também introduziu regras financeiras com a intenção de evitar gastos irresponsáveis dos clubes europeus.

O dirigente francês agora promete enfrentar os problemas da violência nos estádios e a manipulação de resultados de partidas com envolvimento de apostas ilegais. "As principais ações a implementar nos próximos quatro anos são a renovação do prestígio das competições de seleções, implementação definitiva das medidas de fair play financeiro, luta contra a violência e as fraudes nas apostas e o fim da discriminação institucional", afirmou.

AP
Michel Platini abre o sorriso ao ser anunciado novamente como presidente da Uefa, nesta terça-feira
Platini ressaltou a necessidade de ter o apoio governamental para combater as apostas ilegais. "Nem com a melhor boa vontade do mundo seremos capazes, sozinhos, de erradicar estes problemas, por isso lanço daqui este apelo aos chefes de Estado e aos governos, assim como aos responsáveis das instituições europeias... Meus senhores, tomem as medidas necessárias", disse.

A reeleição de Platini foi acompanhada por Joseph Blatter, atual presidente da Fifa (Federação Internacional de Futebol e Associados), que tentará se reeleger, e Mohamed Bin Hammam, que tentará suceder o atual mandatário em eleição marcada para junho.

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