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Na África do Sul, atacante Anelka xingou o então técnico Raymond Domenech e acabou cortado do time, o que gerou greve dos demais atletas do elenco

O presidente da Uefa e ex-jogador da França, Michel Platini, detonou nesta quarta-feira os atletas que defenderam a seleção francesa durante a Copa do Mundo da África do Sul. Além de pedir suspensão para o resto da vida destes "rebeldes", Platini afirmou que eles são "absolutos idiotas" e "completamente inúteis".

Durante o Mundial, a França protagonizou uma série de vexames. Na derrota para o México por 2 a 0, o atacante Nicolas Anelka xingou o então técnico Raymond Domenech e acabou cortado do time. Irritados com a decisão, os jogadores entraram em greve e se recusaram a participar de um treino. Em meio ao clima turbulento, a equipe foi eliminada ainda na primeira fase.

A confusão rendeu suspensão de 18 partidas para Anelka, cinco para Patrice Evra, três para Franck Ribery e uma para Jeremy Toulalan. Mas meses depois do incidente, Platini mostrou sua revolta com o caso e disse que a punição foi muito branda para os jogadores.

"Você não pode sujar a imagem da seleção francesa. Eu teria sido mais duro com os jogadores, teria dado uma suspensão pelo resto da vida", atacou Platini nesta quarta-feira, minimizando a culpa de Domenech no incidente. "José Mourinho não teria feito melhor. Não tínhamos um bom time, não temos uma grande geração de jogadores".

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