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Peter Siemsen quer transformar o Estádio das Laranjeiras em museu

Presidente eleito quer contar a centenária história do clube e do futebol carioca, e transformar o local em um ponto turístico

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

Se na coletiva de imprensa Peter Siemsen preferiu a cautela e não anunciou nenhum reforço, durante seu discurso de posse o novo presidente do Fluminense surpreendeu sócios e torcedores ao anunciar que pretende transformar o estádio Manoel Schwartz , mais conhecido como estádio das Laranjeiras, em um moderno museu.
Peter Siemsen sabe que seu desejo esbarra na tradição e na história do primeiro estádio construído no Brasil para grandes espetáculos, com capacidade para 18 mil torcedores. Ainda conhecido como Campo da Guanabara, foi lá que a Seleção Brasileira realizou seu primeiro jogo, em 1914, contra o Exeter City, da Inglaterra. Por todas essas razões, o novo mandatário sabe que vai precisa do apoio de sócios e torcedores transformar a aristocracia tricolor em modernização.
“Assim que o futebol profissional do Fluminense tiver um Centro de Treinamento, eu queria pedir o apoio de todos os tricolores para me ajudar a transformar o Estádio das Laranjeiras em um moderno museu. A nossa idéia é contar a história do clube e do futebol carioca e transformar o local em um dos pontos turísticos mais visitados do Maracanã”, afirmou Peter Siemsen.
Mas o espaço não teria apenas o museu tricolor. Além de se deparar com a centenária e vitoriosa trajetória do clube, o visitante teria ainda a sua disposição um restaurante de primeira, uma loja temática com todos os produtos licenciados do Fluminense e um estacionamento subterrâneo.
“A história do Fluminense é muito rica e temos que mostrar feitos internacionais como a conquista da Taça Olímpica, nosso tricampeonato brasileiro, entre outras tantas conquistas. Sinceramente espero que o clube e os sócios abracem essa causa”, disse o novo presidente.
Apesar da forte emoção em ser empossado como presidente do Fluminense, Peter Siemsen admitiu que esse nunca foi seu sonho, mas acabou se tornando uma obrigação como tricolor para recolocar o clube no caminho das vitórias. E quem pensa que o dia 20 de dezembro vai ficar marcado na vida de Peter como a realização de um sonho, se engana.
“Hoje eu não estou realizando um sonho. É apenas um dia especial e importante na minha vida. Meu sonho só será realizado o dia que eu deixar a presidência do Fluminense, olhar para trás e ver que deixei um clube reestruturado, moderno e vitorioso”, explicou o novo presidente, que antes mesmo de assumir o clube viu sua vida virar de ponta à cabeça.
“Recebo diariamente um milhão de emails e mais de 60 telefonemas. Ou seja, minha vida mudou completamente. Outro dia uma senhora me disse que só virou sócia do Fluminense para votar em mim. Sei da minha responsabilidade, mas esse reconhecimento por parte dos torcedores é incrível”, concluiu.

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