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Futebol
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Pescarmona deixa herança igual à que combateu no Palmeiras

Política do bom e barato dominou o clube durante os dias com o ex-diretor de futebol no comando

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

O ex-diretor de futebol do Palmeiras Wlademir Pescarmona deixou uma herança exatamente igual à que tanto criticou durante os anos anteriores de assumir o cargo. Jogadores sem renome e que custam barato. Ou seja, o famoso bom e barato tão criticado por toda a oposição da gestão de Mustafá Contursi.

Futura Press
Max Pardalzinho e João Victor foram apresentados nesta quarta-feira no Palmeiras
Max Santos (ou Pardalzinho), João Vitor, Thiago Heleno, Cicinho e Adriano Michael Jackson são exemplos disso. Os jogadores vieram com quase custo zero para o Palmeiras, mas também não são garantias de sucesso. Isso sem contar as brigas que acumulou com nomes como Valdivia, Danilo e Kleber.

Nesta quinta-feira, alguns desses nomes podem estrear. Entre eles, apenas o lateral direito já vestiu a camisa do Palmeiras e agradou na sua estreia contra o Ituano.

Assim que assumiu a diretoria de futebol, Pescarmona afirmou que não gastaria tanto quanto Gilberto Cipullo, mas que também ficaria longe do bom e barato. Ele bem que tentou, arquitetando planos para contratar Adriano e Ronaldinho Gaúcho. Sem sucesso.

E a chegada do atacante esteve bem perto. O problema é que o novo vice-presidente de futebol do clube, Roberto Frizzo, achou melhor manter a contratação apenas no sonho. A diferença entre ele e Pescarmona é que em nenhum momento o atual dono do departamento mais desejado do Palmeiras negou que voltaria a fazer a política do bom e barato.

Pescarmona foi um dos conselheiros que liderou o movimento “Muda Palmeiras”, que tinha como principal alvo de críticas o ex-presidente Mustafá Contursi. Atualmente, sua chapa já foi praticamente dissolvida.

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