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Perto do centenário, Muricy lembra "tietagem" ao Rei quando criança

Técnico do Santos não esconde a admiração pelo 'Rei' na véspera da comemoração dos 100 anos do clube

Gazeta |

Um dos técnicos mais vitoriosos dos últimos anos no futebol brasileiro, Muricy Ramalho tem a missão de dirigir o Santos, uma das instituições mais tradicionais do esporte no país, no ano de seu centenário. Mas, apesar da grande responsabilidade que tem no seu trabalho, o treinador se divertiu nesta sexta-feira, em entrevista coletiva no CT Rei Pelé, ao lembrar uma passagem curiosa sua envolvendo o Peixe, na infância.

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AE
Muricy Ramalho lembra tempos de infância a admite tietagem a Pelé
Segundo Muricy, por volta de seus 10 anos de idade, ele e seus amigos na época "tietaram" o Rei Pelé. Associado do São Paulo na sua infância, o atual comandante alvinegro assistia a jogos da equipe santista no Morumbi e, em determinada ocasião, driblou o esquema de segurança que cercava Pelé para se aproximar do Atleta do Século XX.

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"Foi uma situação marcante. No meu tempo de criança, o Santos jogava muito no Morumbi e o estádio ainda não era totalmente fechado (estava em construção). Todo mundo tinha o seu time na época, mas ia ver o Santos pelas 'feras' que tinha. E a gente sabia que o Pelé, que já naquele tempo era o maior, tinha uma passagem secreta pelo clube para não passar pelo meio do tumulto. Como eu frequentava o clube, sabia disso. Ficamos esperando o Rei passar e quando ele veio, foi uma grande emoção", contou Muricy, que também chegou a atuar contra o Rei do Futebol.

Infográfico: A linha do tempo do centenário santista

O técnico se profissionalizou como atleta pelo São Paulo em 1973, ano do último título (Campeonato Paulista) de Pelé pelo Alvinegro Praiano. No ano seguinte, o eterno camisa 10 do Santos se "aposentou" do futebol pela primeira vez - Pelé ainda voltaria a jogar pelo New York Cosmos, nos Estados Unidos, abandonando a carreira de jogador, definitivamente, em 1977.

Leia mais: Em comemoração ao centenário, Santos fará amistoso contra crianças

"A gente admirava muito ele e ainda admira. São coisas que a gente não esquece. Como jogador, eu também tive a oportunidade de enfrentá-lo e foi incrível", relembrou Muricy Ramalho.

Orgulhoso por treinar o Peixe no ano de seu centenário, o treinador citou outra passagem marcante para ele, envolvendo o Rei. No ano passado, após a vitória sobre o Peñarol (Uruguai), que garantiu aos santistas o título da Copa Libertadores da América, Pelé abraçou Muricy e, de mãos dadas com o comandante, foi saudar a torcida alvinegra, que lotava o Pacaembu e festejava a histórica conquista do clube.

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"O pior é que ele corria mais do que eu. Fiquei preocupado e fui fazer uns exames médicos depois (risos)", destacou o técnico, apontando essa como uma de suas melhores recordações do Santos.

Muricy Ramalho acredita também que esse foi um dos momentos mais especiais de toda a sua trajetória no futebol. "Ele me deu uma ‘gravata’ no pescoço. Quando eu ia imaginar que era o Rei que estava fazendo isso? Nunca (risos). Eu, que tinha corrido atrás dele no clube quando era criança, estava abraçado com ele, em um momento tão importante para o Santos. Tive essa felicidade. Por isso, acho que sou um cara abençoado por Deus", concluiu.

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