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Perfume e camisa do rival são barrados na porta do Pacaembu

Torcedores desavisados tentam entrar com produtos proibidos, que acabam ficando do lado de fora. Tem revista, jornal, cartolina e até marmita

iG São Paulo |

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Renata Bolognese ficou desesperada. Teria que jogar fora seu Body Splash, fragrância corporal, que ganhou da prima. Não se entra em estádios com copos, vidros, garrafas, plásticos. E faltavam apenas 15 minutos para começar Palmeiras e Goiás e seu presente ficaria fora do estádio. Ou ela não veria o jogo. Preferiu ver os ídolos Deola e Kléber.

Já teve gente querendo entrar com tudo. Tentaram entrar com uma camisa do São Paulo do avesso, acho que iria para a torcida do Goiás. Teve que jogar fora. Depois alguém passou aqui e pegou, contou o monitor Paulo, que acompanha o desespero de alguns torcedores que precisam se desfazer dos artefatos.

Marcel Rizzo
Objetos que os torcedores tiveram que deixar para trás e assim poder entrar no estádio

No chão do portão 210, que dá acesso ao setor VIP, havia de tudo um pouco: uma revista Carta Capital, um jornal Lance, cartolina, garrafas de água, alguns papéis que homenageariam o narrador da Globo Galvão Bueno (quem nem transmitiu ao jogo) e dois desodorantes. Enquanto a reportagem do iG acompanhava o local, um torcedor tentava passar com uma lanterna. O policial militar que fazia a revista tentava verificar se a lanterna não era um daqueles raios que atingem o rosto dos jogadores.

Tem até uma marmita que um sujeito estava querendo comer lá dentro. Aí não pode, contou Paulo.  A calçada estava imunda e o monitor tentou ajeitar. Colocou tudo dentro de uma sacola e colocou no canto.

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