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Futebol
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Peñarol faz valer tradição, bate Godoy e se recupera no grupo 8

Depois de perder para Independiente, time uruguaio fez 3 a 1 sobre novato na Argentina pela Libertadores

Gazeta |

Uma semana após sofrer uma dura derrota por 3 a 0 para o Independiente na estreia da Libertadores, o Peñarol voltou à Argentina nesta quarta-feira e mostrou toda a sua tradição de pentacampeão do torneio continental. Demonstrando bom futebol e aproveitando bem suas chances, os uruguaios bateram o Godoy Cruz por 3 a 1.

Com o resultado, a equipe empatou com os argentinos na pontuação (três para cada) e no saldo de gols (-1). Os dois agora esperam o resultado de Independiente e LDU, que se enfrentam na quinta, para saber em que posição ficam no grupo 8.

Na próxima rodada, o time recebe, em Montevidéu, a LDU, enquanto o Godoy faz o duelo de hermanos contra o Independiente, em Avellaneda.

O jogo
A vitória dos visitantes foi construída desde os prinmeiros toques na bola. O primeiro gol, aliás, foi o que mais deu força para os aurinegros. Logo aos 55 segundos de jogo, Mier achou Olivera livre no meio da zaga. Com muita calma, o atacante dominou e bateu na saída do goleiro, comemorando em meio à fumaça formada pelos sinalizadores da torcida local.

Refeito do susto, o Godoy Cruz conseguiu o empate aos 30 minutos. Após cruzamento na área, a bola passou por toda a defesa e foi parar na cabeça de Ramírez, que acertou o canto da meta adversária. Porém, os anfitriões não tiveram muito tempo para comemorar. Dez minutos mais tarde, o mesmo Mier achou Olivera de novo livre em meio aos defensores argentinos. O atacante cabeceou firme, sem chances para o arqueiro do time da casa.

Na volta para a segunda etapa, os donos da casa vieram dispostos a mostrar porque haviam batido a LDU na estreia, mas não contaram com o contra-ataque mortal do Peñarol.

Aos 23 minutos, Martinuccio puxou o contragolpe desde o campo de defesa, passando por dois marcadores e deixando Aguiar livre, na cara de Torrico. Com muita calma, o meia tocou por cima e selou o 3 a 1. Muito nervosa, a equipe da casa até ameaçou uma pressão, mas se perdeu na catimba uruguaia, levou vários amarelos e não conseguiu nenhuma chance que levasse perigo ao gol de Sosa.
 

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