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Futebol
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PC Gusmão adota diplomacia para manter portas abertas

Técnico agradece chance dada pelo clube, absolve Carlos Alberto e Felipe e diz que única mágoa foram os resultados ruins

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Um discurso diplomático. Foi assim que Paulo César Gusmão se pronunciou pela primeira vez após sua saída do Vasco ao falar do ex-clube. Em entrevista na noite desta terça-feira à Rádio Globo, o treinador fez questão de agradecer a instituição, negou falta de ambiente com o elenco e inocentou os afastados Carlos Alberto e Felipe.

“De maneira alguma havia o grupo do Carlos Alberto contra o grupo do Felipe. Os dois jogadores estão buscando o seu melhor, só que ainda não atingiram o auge da forma”, declarou PC, completando: “A equipe também não está no seu melhor”.

O Vasco foi o terceiro clube que o treinador comandou no futebol no Rio desde que abraçou a carreira, em 2004 – antes, havia dirigido Flamengo e Fluminense. PC foi goleiro do time cruzmaltino nos anos 80 e por isso não gostaria de fechar uma porta no mercado carioca. Perguntado se existe algum tipo de mágoa no episódio da sua demissão, o técnico respondeu que sim. Mágoa, porém, pelos objetivos não conquistados, e não pela queda.

“Deixo uma mágoa de não ter conseguido chegar onde o grupo sonhou. Trabalhamos para lutar pelo título da Taça Guanabara e não conseguimos. Esta é a minha dor”.

A cada colocação, uma postura diplomática. PC fez questão de agradecer a todos em São Januário pela oportunidade de ter trabalhado no clube.

“Sou grato aos dirigentes, funcionários, jogadores e atletas por tudo o que fizemos. Mas, no futebol, nem tudo sai como planejamos. E quando os resultados não vêm...”.


 

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