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Paulo Pelaipe resgata estilo do Grêmio: “Tem de jogar com tesão”

Dirigente define que jogadores terão de “ralar a bunda no chão” e “suar sangue” a partir de quarta-feira

Hector Werlang, iG Porto Alegre |

Lucas Uebel/Site oficial do Grêmio
Odone (E) contratou Pelaipe (D) para comandar futebol do Grêmio
No primeiro dia como novo diretor executivo do Grêmio , Paulo Pelaipe definiu uma mudança de estilo do time de Julinho Camargo. Um resgate histórico, na verdade. Agora, termos como o futebol de força, baseado na pegada gaúcha, e o apoio da torcida, tornando o Olímpico um caldeirão, serão a regra numa equipe que tenta sair das últimas posições do Brasileirão.

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Tudo passa pelo conceito de superação, algo marcado na história centenária do time de Porto Alegre. Os atletas serão cobrados a atuar com vontade, a lutar pela bola, usar a força física para ganhar divididas. Nas palavras do dirigente, “jogar com tesão”.

“Aqui é assim: tem que ralar a bunda no chão e suar sangue. Dinho, Sandro Goiano, Jeovânio, Lucas, todos faziam isso. O Rochembak faz isso. O Grêmio é um time de entrega, que joga com tesão. A torcida cobra isso, mas sempre aproveita os mais técnicos. Tivemos o Carlos Miguel, o Carlos Eduardo, eles souberam aliar as duas coisas", comparou Pelaipe.

A mudança, disse Pelaipe, que pediu desculpas por usar um linguajar, às vezes forte, porém, comum no futebol, será vista nesta quarta-feira, a partir das 19h30min, quando o Grêmio recebe o Atlético-MG.

“O torcedor pode confiar que verá um time com a cara dele. E queremos também o apoio. O caldeirão tem de voltar a funcionar”.

Julinho Camargo terá os desfalques de Saimon, Gabriel e Douglas. André Lima é dúvida.

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