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Paulo Nobre promete priorizar maior joia do Palmeiras: a torcida

Candidato a presidência do clube paulista pretende dar mais atenção para quem for sócio-torcedor

Gazeta |

Se a eleição para presidente do Palmeiras dependesse apenas dos torcedores, Paulo Nobre seria eleito com a maioria esmagadora dos votos. Sem sofrer a rejeição dos adversários Salvador Hugo Palaia e Arnaldo Tirone, o investidor no mercado financeiro (e piloto de rali nas horas vagas) ainda precisa ganhar a preferência dentro do Conselho Deliberativo, responsável pela escolha do novo mandatário. Ainda assim, ele já planeja usar a força da torcida para tirar o clube da grave crise financeira - com uma dívida avaliada em R$ 130 milhões.

"Você tem de criar receitas, alternativas interessantes, acho que o mais interessante é uma pedra preciosa que não foi lapidada da forma ideal, o sócio-torcedor", afirma Paulo Nobre.

Para alavancar o projeto Avanti, Paulo Nobre está propenso a mexer nas tradições de um clube altamente conservador. Desta forma, ele irá brigar para que o voto de sócios e de sócios-torcedores também seja válido na eleição do fim de 2012.

Aliás, Paulo Nobre também apresenta com orgulho o seu lado torcedor que já fez parte até de uma torcida organizada. No escritório em que cuida dos negócios, praticamente tudo tem a combinação verde e branca: um porquinho que serve de decoração, as cadeiras da sala de reunião e até os lápis reservados para as anotações.

Ainda assim, Paulo Nobre promete adotar uma postura distinta do antecessor Luiz Gonzaga Belluzzo quando for necessário usar seu lado dirigente. "Quando você toma as decisões, precisa ser de forma racional. No emocional, a tendência de cometer erro é grande", reconhece.

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