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Paulo Nobre projeta oposição saudável e pontual a Tirone

Quase dois meses depois de ser derrotado em pleito, oposicionista prefere não comentar atual gestão

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

Um dos líderes da oposição do Palmeiras, Paulo Nobre projeta fazer críticas pontuais para a gestão da atual diretoria, sem ser destrutivo. O candidato derrotado nas eleições presidenciais em janeiro afirma que não pretende ser destaque na mídia por expor os possíveis erros do atual presidente Arnaldo Tirone à frente do clube.

Segundo ele, colocar na mídia os problemas de administração não ajudam em nada as pessoas que estão atualmente no comando do Palmeiras. Nobre, inclusive, se coloca à disposição dos atuais diretores para que ele possa ajudar no que for possível e sempre ressalta a intenção de fazer uma oposição saudável.

“Estou à disposição para ajudar. Não quero e nem aceitaria uma diretoria, mas sou um grande torcedor de que a gestão dele tenha sucesso. Pelo que tenho visto, o Tirone tem sido uma pessoa ponderada, que não quis mudar absolutamente tudo. Claro que eu faria algumas coisas diferentes, mas isso não significa que o jeito dele vai dar errado e que o meu daria certo”, explicou Paulo Nobre.

O candidato derrotado ainda não se declara candidato às eleições que acontecerão daqui a dois anos. Ele afirma que durante esse tempo, ele conversará bastante com os Verdes Escuros, grupo que o apoiou na campanha, para saber como será feito o trabalho para o próximo pleito.

Ele diz que pretende fazer uma oposição completamente diferente da que foi feita durante a gestão de Luiz Gonzaga Belluzzo. Ele afirma que todos estão sujeitos a errar e que o importante é que o equívoco sirva de lição para o futuro.

“Me cobram muito para que eu esteja presente. Eu sempre tenho alguma coisa para fazer e vou lá fazer. Fazer mera política por política, não é muito o meu estilo. Tenho um grupo consolidado, com pessoas que eu gosto. Eu gosto de debater e eventualmente aprender com os erros dos outros. Já mais na época de campanha é diferente. Tem que ter contato com todos conselheiros”, disse Nobre.

Enquanto espera que Tirone complete mais tempo de gestão para poder fazer análises mais profundas, a oposição se movimenta para tentar descentralizar o poder. Um pedido para que a eleição presidencial no Palmeiras passe a ser direta, com votos dos sócios, foi encaminhada para José Ângelo Vergamini, presidente do Conselho Deliberativo.

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