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Paulinho vira alternativa em jogos cruciais do Corinthians

Utilização do volante, sobretudo no segundo tempo dos jogos, era prática de Mano que Tite está repetindo

Gazeta Esportiva |

A diretoria do Corinthians estava preocupada em encontrar um substituto à altura de Mano Menezes. Em pouco tempo no clube, o técnico Tite já mostrou algumas semelhanças com um dos seus antecessores. A última delas foi apostar no volante Paulinho para decidir um jogo crucial de sua equipe.

Na derrocada corintiana na Copa Libertadores da América, nas oitavas de final, Mano Menezes já havia escolhido Paulinho como esperança para o time. O Corinthians precisava vencer o Flamengo por dois gols de diferença, e o volante entrou em campo no segundo tempo.

Naquele confronto de 5 de maio, Mano mandou a campo Iarley e Jucilei nos lugares de Jorge Henrique e Elias. Quando o confronto se encaminhava para a eliminação, já que o Flamengo diminuíra o placar para 2 a 1, o até então desconhecido Paulinho estreou na vaga do lateral direito Alessandro.

Na época, alguns torcedores contestaram a opção de Mano Menezes, que confiou na entrada de um volante na hora em que o Corinthians precisava de gols. A desclassificação gerou mais protestos contra o treinador: torcedores organizados se reuniram com o presidente Andrés Sanchez para cobrar a troca do comandante do time.

Com a chegada de Tite, após Mano Menezes ser contratado para dirigir a seleção brasileira e Adilson Batista acabar demitido, Paulinho continuou em alta no Corinthians. Assim como foi contra o Flamengo, o volante apareceu como solução de um técnico gaúcho em outro jogo crucial, desta vez pelo Campeonato Brasileiro.

O Corinthians precisava vencer o Vitória para seguir como líder da competição nacional. Tite já tinha trocado Ronaldo (machucado) por Iarley no instante em que sua equipe vencia por 1 a 0. O time baiano igualou o jogo com um gol de pênalti. E Paulinho, outra vez, foi a campo.

Tite explicou dessa forma a opção pelo volante: "O Paulinho já havia feito essa função outras vezes, e o Jorge Henrique não estava nas melhores condições físicas. A segunda alternativa que eu tinha no banco era o William Morais, que não tem as mesmas características".

O prata da casa William Morais, com características mais ofensivas do que as de Paulinho, quase entrou em campo no final. Enfim informado que o concorrente Fluminense vencia o São Paulo, Tite mandou o meia se aquecer. "Mas achei que o Elias podia continuar no jogo", justificou o técnico.

Além da entrada de Paulinho, as duas decepções corintianas na temporada do centenário têm mais pontos em comum. Aconteceram diante de times rubro-negros, Flamengo e Vitória. As condições climáticas causavam preocupação: o temporal no Rio de Janeiro, no primeiro jogo das oitavas de final da Libertadores, e o calor de Salvador. Mano comandou o Corinthians em cinco vitórias e em um empate no torneio continental antes dos duelos com os flamenguistas, e Tite já tinha quatro vitórias e um empate (com o Flamengo) no Brasileirão.

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