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Futebol
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Patrícia não abre mão dos R$ 30 milhões com parceiros no Flamengo

Ainda sem patrocinador master, presidente exige o valor para vender espaços na camisa do time de futebol

Thales Soares, iG Rio de Janeiro |

O Flamengo ainda não encontrou o seu principal patrocinador para começar arrecadar valores expressivos desde a contratação de Ronaldinho Gaúcho, concretizada em meados de janeiro deste ano.

No final de março, o iG publicou matéria informando que o próprio clube já admitia que não conseguiria alcançar os valores de patrocínio desejados ao contratar o R10.

A presidente Patrícia Amorim, no entanto, não muda de postura na negociação com os possíveis parceiros. A expectativa é de conseguir R$ 30 milhões com todo o espaço do uniforme.

“Ainda não houve uma proposta satisfatória, com o que achamos condizente com o valor de mercado do nosso produto. Por isso, ainda não fechamos com um patrocinador. Pode ser um ou mais. Hoje, vendem vários espaços numa camisa de time de futebol, então vamos ver o que vai acontecer. Posso garantir que estamos trabalhando com tranqüilidade”, avisou Patrícia.

No momento, o Flamengo tem um contrato em vigor com a BMG, que expõe sua marca nas mangas da camisa do time de futebol e na frente do uniforme do basquete, pagando por isso R$ 9 milhões. O outro parceiro é a Tim, que apareceu pela primeira vez no jogo contra o Duque de Caxias, dentro dos números. O contrato tem duração de dois anos e o valor de R$ 2 milhões.

Os dois contratos já haviam sido negociados antes da chegada de Ronaldinho. Com relação a patrocinadores, o Flamengo conseguiu arrecadar apenas R$ 900 mil na estreia do craque pelo clube, na vitória por 1 a 0 sobre o Nova Iguaçu, no dia 2 de fevereiro, com a exposição das marcas Visa e Cielo na camisa.
 

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