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Paraná precisa de 10 mil sócios para compensar perdas com a TV

Clube chegou a receber R$ 4,5 milhões de cota, mas hoje embolsa apenas R$ 800 mil e se vê longe de rivais

Altair Santos, iG Curitiba |

O Paraná Clube sonha atingir a marca de 10 mil sócios-torcedores em 2011. Segundo o gerente de marketing Luís Carlos Casagrande, esse é o número mínimo que o clube precisa para ter uma receita condizente com os custos de seu futebol. No entanto, a realidade atual é bem diferente. “Hoje nós temos 3.500 sócios em dia. A meta em 2010 era alcançar 5 mil. Chegamos a 4.200, mas caiu para 3.500”, afirma Casagrande.

Segundo o gerente de marketing do Paraná, o clube pretende reformular seu plano de sócio-torcedor, que hoje gera receita de R$ 150 mil por mês. Para isso, a intenção é mexer na chamada Curva Norte do estádio Durival Britto. “Nosso estádio hoje não oferece um conforto mínimo para o torcedor da Curva Norte. Temos lá capacidade para 7 mil, só que o setor é descoberto e não tem cadeiras. O que a gente pretende fazer em 2011 é cobrir a Curva Norte e encadeirar, para atrair mais sócios”, explica.

Luís Carlos Casagrande avalia que se o Paraná conseguir dar conforto a quem frequenta a Vila Capanema poderá atingir um nível de fidelização de sócios-torcedores igual ao dos rivais Atlético-PR e Coritiba. “Quando chove, nos nossos jogos só comparecem aqueles que têm camarotes e cadeiras, pois são as únicas áreas cobertas do estádio. Esta é a nossa dificuldade, se for comparar com Coritiba e Atlético. Eles têm, além de estádios maiores, mais setores cobertos para as torcidas”, avalia.

Para 2011, dentro de campo o objetivo do Paraná é conseguir o acesso para a série A do Campeonato Brasileiro. Para que isso ocorra, o clube precisaria ter um orçamento mínimo de R$ 6,5 milhões. Só que a receita está bem longe disso. “Precisaríamos ter uma cota de televisão pelo menos igual a que recebemos em 2007 (R$ 4,5 milhões) para equilibrar o orçamento. Hoje recebemos R$ 800 mil, enquanto nossos rivais estão na faixa dos R$ 14 milhões”, diz Casagrande, resumindo a situação do clube diante da concorrência: “Sem dinheiro, não tem como.”

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