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Para Joel, é mais difícil Fla vencer do que Olimpia e Emelec empatarem

Técnico acredita que time não terá vida fácil no Engenhão, mesmo com argentinos classificados, e crê em resultado favorável no Paraguai

Vicente Seda, iG Rio de Janeiro |

Vipcomm
Joel Santana, técnico do Flamengo
O técnico Joel Santana sabe que a situação do Flamengo na Libertadores é das mais complicadas, mas ainda não perdeu a esperança de ser ajudado por uma combinação de resultados. O time precisa vencer o Lanús nesta quinta-feira, no Engenhão, e torcer por um empate entre Olimpia e Emelec, no Defensores del Chaco, em Assunção, no Paraguai. Ele, porém, considera que o mais complicado acontecerá no Rio de Janeiro. Vencer os argentinos, mesmo já classificados, é, na visão do treinador, mais difícil do que o resultado dos rivais ser de igualdade, pelo equilíbrio que mostraram na fase de grupos.

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"Nessa competição vemos nas duas equipes um equilíbrio até na maneira de jogar, trabalham praticamente da mesma forma. Não é do outro mundo elas empatarem, é um resultado constante numa competição equilibrada como essa. Aqui vai ser mais difícil do que eles empatarem lá", disse.

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A base da sua teoria é a competência dos argentinos em irritar os brasileiros. "Primeiro que existe uma rivalidade, nós e nossos 'hermanos'. A gente trata bem aqui, chega lá você sabe como nos recebem. E eles sabem como ninguém destemperar os brasileiros. Nunca vi. Isso desde o tempo que eu era jogador. Eles já programam fazer os estádios daquele jeito, cerca colada atrás do gol, aquele bumbo chato, pra chegar lá tem de passar pelo meio da torcida deles. Dá medo. Mas é tudo feito para assustar a gente. Se for em um estádio que não tenha isso, a gente dá de três ou quatro neles lá".

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Apesar do protesto com ovos e pipoca depois da derrota para o Emelec no Equador, o técnico não crê que a torcida deixará de apoiar a equipe nesta quinta. "Claro que a torcida não vai estar satisfeita nem nós se a coisa não acontecer, mas vai nos tratar bem, como sempre foi. Se formos lá e lutar, vai ser assim. A nossa torcida é diferente".

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Como boa parte dos jogadores, ele analisa que a instabilidade do Flamengo, especialmente sem a bola nos pés, levou à situação atual da equipe na tabela do torneio sul-americano. "Os erros no futebol castigam a gente um pouco. Não é normal o que aconteceu. Vamos esperar acabar a competição para depois analisar partida por partida, para na próxima não cairmos nos mesmos erros. Tem de ter equilíbrio. Em algumas situações, o ataque foi muito bem e a defesa não. Não dá para ter um time que só ataca e não marca. Temos de ter equilíbrio. Às vezes não adianta ter um time muito técnico se a defesa não funcionar". 

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