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Futebol
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Para defender Valdivia, Felipão compara chileno a Neymar

Técnico palmeirense acha que chileno faz tanta firulas em campo quanto o santista, que é menos criticado

Marcel Rizzo, iG São Paulo |

O técnico Luiz Felipe Scolari defendeu Valdivia, criticado pelo zagueiro Anderson, do Santo André, depois da vitória palmeirense por 1 a 0, nesta quinta-feira, pela Copa do Brasil. O resultado classificou o time da capital paulista para as quartas de final, mas rendeu polêmica sobre a atitude do meia chileno em campo. Para Felipão, Valdivia pode fazer quantas firulas quiser, como Neymar.

“Se o meu jogador passa o pé sobre a bola é firula? Tem um grande jogador do Santos, nossa grande revelação, que faz isso o jogo todo. Aí o meu jogador não pode? O Valdivia faz essa jogada para tentar o drible, para tentar passar pelo marcador. Mais do que normal”, disse o treinador.

Anderson foi expulso depois de cometer falta em Valdivia na lateral do campo. Entrada dura, mas que segundo o ex-jogador de Corinthians e São Paulo foi feita depois que o palmeirense tentou menosprezar o Santo André.

“Ele não é objetivo. Quer nos humilhar, vai para dentro do gol e ganha de quatro ou cinco. O Valdivia não é um jogador decisivo, ele só aparece em jogo ganho para fazer graça para a torcida”, disse Anderson.

Ainda dentro do gramado, Valdivia disse que Anderson estava eliminado e poderia chorar em casa. Quase duas horas depois da partida, o chileno deixou a sala do antidoping (junto com Danilo foi sorteado para fazer o xixi que será analisado), e estava mais calmo.

“Ele tem boca e pode falar o que quiser. Mas eu sempre joguei assim, tentando o drible, fazendo as jogadas. Não jogo para humilhar ninguém, apenas para ajudar meu time a ganhar”, disse Valdivia. Ele lembrou que foi marcado em cima durante toda a partida por Magno e não reclamou.

“O cara ficou em cima de mim, fazendo falta o jogo inteiro. Vieram me perguntar o que eu achava e eu disse que achava normal, era do futebol. O drible, a bola por cima do pé, também é”, disse Valdivia. Contra o Santo André ele fez duas vezes uma jogada que é sua característica: chutar o vento e depois fazer o lançamento. As duas deram certo.

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