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Treinador afirmou que a pressão em um Cruzeiro x Atlético é maior do que em dérbis de outros Estados

Cuca foi goleiro no último treino do Cruzeiro antes do clássico contra o Atlético
Vippcom
Cuca foi goleiro no último treino do Cruzeiro antes do clássico contra o Atlético
O técnico Cuca sabe bem o que é disputar clássicos pelo país, tanto como jogador, quanto como treinador. Depois de um período longo de sua carreira treinando clubes do eixo Rio-São Paulo, o treinador agora vive a rivalidade que envolve um clássico entre Cruzeiro x Atlético .

Assim como acontece no Rio Grande do Sul, dois clubes dividem quase que a totalidade da torcida regional. Isso faz com que os clássicos se tornem mais raros em Minas Gerais do que em Estados como Rio de Janeiro e São Paulo, onde são quatro clubes de expressão medindo forças nos dérbis.

“No Rio, você tem clássico a cada 15 dias. É diferente daqui, onde são poucos os clássicos. Isso faz com que o peso de um clássico entre Cruzeiro e Atlético seja maior, pois o espaço de tempo até o próximo jogo entre esses times também é maior. Se você tem um resultado negativo, a pressão é muito maior também”, explicou o treinador.

Cuca comandou uma atividade descontraída no último treino antes do duelo contra o Atlético. O técnico atuou como goleiro no famoso “rachão” que antecede as partidas na Toca da Raposa II. “Cinquentinha nas costas pesa (referindo-se à idade). Tem que ir defender no gol porque na linha não dá mais para jogar. Mas foi bom para descontrair e deixar os jogadores mais tranqüilos para o clássico”, afirmou o treinador.

Durante a semana, o comandante cruzeirense conversou particularmente com vários atletas. Segundo ele, essa é uma boa forma de motivação para o clássico. “Utilizo várias formas de motivação. Mas, para esse jogo específico, a conversa individual é boa. Tento passar a responsabilidade e a tranqüilidade para o atleta não jogar o clássico travado. O jogador tem que desfrutar esse momento”, concluiu o treinador.

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