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Para Cuca, é “país contra país na Libertadores”

Treinador do Cruzeiro ressaltou como a rivalidade com times de países vizinhos é grande no torneio

Frederico Machado, iG Belo Horizonte |

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Cuca já experimentou a rivalidade da Libertadores quando ainda atuava como jogador no Grêmio
Nem mesmo a liderança e a invencibilidade do Cruzeiro na Copa Libertadores deixam o técnico Cuca tranqüilo. O treinador, que já disputou a competição quando ainda jogava pelo Grêmio, sabe das dificuldades existentes no torneio, principalmente pela rivalidade com os times de outros países.

Com sete pontos no Grupo 7, o Cruzeiro precisa de uma vitória contra o Deportes Tolima, da Colômbia, no dia 16, para deixar a classificação bem encaminhada. Apesar da liderança, Cuca diz que não se sente tranqüilo. “Sabíamos que precisaríamos das duas vitórias em casa e conseguimos. Apesar disso, não me sinto tranqüilo. Se não ganharmos na outra quarta (do Tolima, em Sete Lagoas), a água já bate no pescoço. Nas rodadas finais, o bicho pega”, disse o comandante cruzeirense.

Para o treinador, quando dois times de países diferentes entram em campo, a rivalidade se exacerba. “Essa competição não é coisa simples. Quando se joga contra o Cerro Porteño, Olímpia, Guaraní, Colo-Colo, La “U” (Universidad do Chile), é um país contra o outro, não é time contra time. Demorou para os times brasileiros pegarem esse sentimento. Mas o Brasil é o país que mais cresceu em termos de títulos nesses últimos tempos”, disse o treinador.

Cuca ressaltou que a Libertadores está mais valorizada atualmente. “Agora o pessoal tem dado mais ênfase que antigamente. Hoje se respira Libertadores, antes era mais natural. É muito difícil chegar à Libertadores. O Cruzeiro está na quarta seguida. Para ir tem que estar entre os três ou quatro melhores entre 20 times do Campeonato Brasileiro. É brabo para ir. E quando vai, as vezes num passa nem da primeira fase. Ou vai para a final, como fez o Cruzeiro há dois anos. Para chegar a uma final não é fácil. É a nata do Campeonato Brasileiro na disputa. É difícil e por isso temos que valorizar muito esse torneio”, disse o treinador.

Nos tempos de jogador do Grêmio, Cuca experimentou de perto a ira dos torcedores gaúchos depois de uma eliminação na Libertadores. “Quando fomos eliminado pelo Olímpia dentro do Olímpico (estádio do Grêmio em Porto Alegre), tivemos que dormir no estádio. O Antônio, um volante do nosso time, tentou ir embora e voltou com o carro todo amassado”, lembrou-se.
 

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