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Palmeiras vê ídolos sucumbirem e esperanças virarem decepções em 2010

Kleber, Valdivia e Felipão não tiveram uma boa temporada, assim como Belluzzo, que consolidou status de decepção, e Muricy, que precisou deixar o Palestra para voltar a vencer

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

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Nem os ídolos se salvaram no péssimo ano do Palmeiras. A torcida tinha esperança de que Kleber, Valdivia e Felipão pudessem salvar o início ruim de temporada, mas o trágico fim serviu para colocar todos no mesmo patamar. Claro que a torcida ainda os considera diferentes em relação aos outros, mas em termos de resultado, o trio não pode se considerar ileso.

A começar por Felipão. O treinador chegou com status de salvador da pátria e pediu tempo para colocar ordem na casa. Pareceu conseguir ao levar o time na semifinal da Copa Sul-Americana, mas caiu. E foi eliminado justamente onde se consagrou: no mata-mata dentro de casa. Para piorar o cenário, o adversário era um combalido Goiás, que ainda chorava a queda para a Série B do Brasileirão.

Valdivia nem esteve presente para tentar ajudar seu treinador. O camisa 10 sentiu uma lesão na coxa, se esforçou para jogar, é verdade, mas sucumbiu. Não resistiu às dores e ainda sofreu com um novo problema pouco acima de sua fibrose anterior. Fez poucos jogos memoráveis na temporada e ficou de fora da reta final da temporada, parte em que o time mais precisava dele.

Pouco à frente dele esteve Kleber. Depois de uma verdadeira novela envolvendo o Cruzeiro, o Gladiador voltou ao Palestra Itália jurando amor, assim como seu companheiro de quarto chileno. E foi só. Teve de ficar de fora no clássico que mais apareceu no passado, contra o São Paulo, e foi praticamente nulo durante a Copa Sul-Americana, com apenas dois gols, sendo um deles contra o Universitario Sucre. Rafael Moura, por exemplo, marcou seis em apenas dois jogos a mais.

Ainda é possível incluir Marcos na conta. O goleiro voltou a sentir sua lesão, chegou a falar em abandonar a carreira e viu Deola fazer uma sombra enorme. Esse, no entanto, tem um status ainda mais inquestionável.

O trio até deu resultado fora de campo. No campo de marketing, Felipão atraiu a Parmalat, a Banif e aumentou a arrecadação com a Unimed. Kleber e Valdivia viraram bonecos, gerando renda para o clube, assim como Marcos. Mas foi só. E o clube ainda sofre para pagar os salários dos craques e até mesmo para bancar o valor da transação do chileno.

Esperanças também viraram decepções
Outros nomes que eram esperanças, mas não chegaram a ter status de ídolo também viraram decepções. Luiz Gonzaga Belluzzo era considerado como a grande revolução no mundo dos dirigentes, mas não resistiu à forte oposição palmeirense, aos problemas com contratação e às fortes emoções que o cargo gera. Teve até problema de saúde e acabou dando espaço para Salvador Hugo Palaia.

No fim, Belluzzo virou um dirigente comum e teve desempenho inferior aos seus rivais tão criticados.

Até mesmo o incontestável Muricy Ramalho foi demitido após o turbulento ano de 2009. Depois de começar mal o Campeonato Paulista, o até então tricampeão brasileiro de forma consecutiva foi demitido do Palmeiras sem conseguir absolutamente nada. E provou que o problema não estava com ele ao terminar o mesmo ano em que foi demitido com o título do Brasileirão nas mãos e ainda uma esnobada para um convite para dirigir a seleção brasileira.

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