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Palmeiras tem festa de 97 anos esvaziada de cardeais políticos

Antônio Corcione, Francisco Busico, Mustafá Contursi e Salvador Palaia são exemplos que não foram à festa

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

Com a presença do presidente santista, Luís Álvaro Ribeiro, do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckimin e o apoio de todos os patrocinadores, o Palmeiras celebrou na noite da última sexta-feira os 97 anos de existência. Andrés Sanchez e Juvenal Juvêncio, mandatários de Corinthians e São Paulo, respectivamente, não compareceram, assim como nomes marcantes da política palmeirense, como Mustafá Contursi e Gilto Avalone, o que evidencia que a relação deles com a atual gestão não é boa.

Além deles, outros cardeais da política palmeirense não compareceram. Com os nomes envolvidos nos casos de sumiço de dinheiro, Antônio Carlos Corcione, que foi durante muito tempo membro do departamento jurídico do clube, e Francisco Busico, ex-participante da ala financeira do time, não foram ao evento. Salvador Hugo Palaia, Gilberto Cipullo, Luiz Gonzaga Belluzzo e Marco Polo Del Nero também não estiveram na comemoração, assim como jogadores e membros da comissão técnica.

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Os patrocinadores, em compensação, mostraram bastante apoio e tentaram aproveitar o evento para expor as marcas. Logo na entrada da Academia, que foi completamente adaptada, a Fiat, patrocinadora máster da equipe, exibia dois veículos, e a Adidas, fornecedora de material esportivo, contava com uma tenda expondo as suas bolas. Além disso, a Tim forneceu doces personalizados, com o seu logotipo estampado.

Veja também: Aos 97 anos, Palmeiras começa a viver só de esperanças


Assim como os parceiros de marketing, a oposição também apareceu em bom número. Genaro Marino, Paulo Nobre, Wlademir Pescarmona, Sueli Palma, Alessandro Donadio e Luiz Granieri são exemplos que estiveram na Academia.

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O jornalista e palmeirense Mauro Beting foi o mestre de cerimônia. Além de discursar sobre a importância do clube no cenário brasileiro, ele também tentou ressaltar a conquista da Copa Rio de 1951, tratando-a como um Mundial.

O presidente Arnaldo Tirone e o vice-de futebol, Roberto Frizzo, circularam por toda a festa, e conversaram com vários conselheiros, inclusive os de oposição. Tirone ainda cortou um bolo para dar início às comemorações, que contou com uma banda que cantou algumas músicas italianas cantadas sem dificuldades pelos dirigentes, especialmente os que mantêm as raízes italianas.

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