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Palmeiras se mobiliza para achar patrocinador que banque Felipão

Saída da Unimed deve tirar cerca de R$ 3 milhões dos cofres do clube em 2012. Dinheiro ia direto para conta do treinador

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

AE
Felipão usava com destaque nome de patrocinador em sua camisa e em bonés
O Palmeiras tenta correr para achar um parceiro que o ajude no pagamento do salário de Luiz Felipe Scolari. A saída anunciada para janeiro da Unimed Seguros preocupa o departamento financeiro, já que o atual patrocinador arca com quase 40% dos vencimentos do pentacampeão do mundo. Ainda este ano, a Parmalat, outra empresa que ajudava nos salários do técnico (pagava R$ 50 mil), também saiu. O banco Banif arca com R$ 80 mil até dezembro de 2012.

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Estima-se que, com a saída do patrocinador, o clube precisará buscar cerca de R$ 3 milhões no ano para não precisar tirar da própria conta o pagamento para Felipão. O presidente, Arnaldo Tirone, está, desde o fim do ano passado, fechado com o comandante. Por isso, pressiona o seu departamento de marketing para que alguma mudança aconteça.

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Além da saída da Unimed em janeiro, o Palmeiras já tem a perda concretizada da Fiat. A marca de automóveis já oficializou a saída e justificou a não renovação do contrato que termina no fim deste mês usando a crise europeia. O iG apurou, no entanto, que a montadora italiana chegou a oferecer os mesmos R$ 17 milhões por mais um ano de acordo.

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Até mesmo Luiz Gonzaga Belluzzo, ex-presidente do clube, tentou interceder nas negociações a pedido de Tirone. O fato é que o Palmeiras queria R$ 24 milhões por mais uma temporada, conseguindo quase 40% de aumento. A contraproposta, no entanto, foi feita na pior época do ano do clube, quando a política interna começou a guerra, Kleber atacava Felipão e os dirigentes, e o Palmeiras ainda tinha o risco de ser rebaixado.

Ou seja, não era vantajoso para a Fiat aliar a sua marca naquela época com algum clube oscilante, que não tinha certeza nem em qual divisão estaria na temporada seguinte.

Agora, os dirigentes do marketing, especialmente Rubens Reis, que trabalha sozinho no departamento, correm contra o tempo e contra a pressão interna para não deixar o Palmeiras começar o ano sem um patrocinador máster. No dia 14 de janeiro, há também o amistoso contra o Ajax, da Holanda. Tirone considerará imperdoável ver o time sem nada no peito em um jogo que considera de gala.

AE
O técnico Luiz Felipe Scolari tem contrato com o Palmeiras até o final de 2012

Leia tudo sobre: PalmeirasLuiz Felipe ScolariArnaldo Tirone

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