Direitos de nome e outras propriedades do novo estádio foram oferecidos a empresas em viagem que, oficialmente, serviria apenas para tratar de negociar atletas

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De olho na vontade do mundo árabe de se envolver com o futebol, o Palmeiras se aventura em negócios no Catar a fim de vender e comprar jogadores, além de conseguir parceiros para a nova arena. Os acordos estão sendo conduzidas por Marcelo Solarino, que é diretor de relações internacionais do clube.

Oficialmente, o clube admite apenas negócios envolvendo o time de futebol, mas várias propriedades do novo estádio já foram oferecidas a empresas daquele país. Os direitos de nome (naming rights, em inglês), por exemplo, chegaram a ser oferecidos para o grupo de aviação Qatar Airways, mas a transação deve ser mesmo fechada com a Unimed ou com a Visa. Eo valor não ultrapassará os R$ 10 milhões anuais, menos do que pagariam os árabes.

Divulgação
Traffic cuida das propriedades da Arena a pedido da WTorre, responsável pela obra

O que realmente despertou os interesses de empresários árabes foram outras propriedades, como os camarotes. A empresa compraria os melhores lugares do estádio para oferecer a clientes que viajam o mundo pelas suas linhas aéreas, por exemplo. Outros grupos de vários ramos diferentes também mostraram interesse em contar com camarotes na nova arena. Estreitar a relação da marca Palmeiras com o mundo árabe é a principal intenção dos acordos.

A Traffic cuida das propriedades da arena a pedido da WTorre, que é a companhia de engenharia da obra, e admite que conversa com o mundo todo, principalmente para outros tipos de acordo que não os direitos de nome. Apesar de ser a responsável pela negociação, a empresa, que já teve parceria mais ativa com o futebol palmeirense, diz que aceita sugestões vindas da diretoria do clube.

Na viagem, jogadores foram observados, e outros, oferecidos. O mundo árabe pode ser uma saída para os atletas que não serão mais utilizados por Felipão, principalmente aqueles que deve ter pouco mercado no Brasil, como os emprestados. William, Luís, Deyvid Sacconi e Daniel Lovinho são exemplos disso. Colocar os indesejáveis por lá evitaria pagamento de multa rescisória e enxugaria os gastos. 

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