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Palmeiras já fala em contratar apenas quatro bons jogadores

Wlademir Pescarmona descarta reformulação e fala em buscar número pequeno de atletas que brigariam para serem titulares

iG São Paulo |

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O diretor de futebol do Palmeiras, Wlademir Pescarmona, projeta um futuro difícil para seu time. O dirigente deixou os vestiários da Arena Barueri após a derrota para o Fluminense por 2 a 1 no último domingo falando em reformulação pequena perto do esperado. Quatro é o número de jogadores comentados para serem reforços de primeira linha.

O péssimo fim do ano que começou nos tropeços no Brasileirão e terminou na eliminação na semifinal da Copa Sul-Americana deve acabar com todos os planos traçados entre o treinador e a diretoria.

"Os jogadores tinham de entrar em campo e sentir essa pressão que é. Agora, na semana que vem, uns entram de férias e a gente já começa ir atrás da reformulação. Reformulação, não. Vamos buscar três, quatro jogadores que possam ser titulares no time, mas não vai ser bem o que pensávamos", disse o desanimado Pescarmona.

Os nomes mais comentados antes da eliminação na Sul-Americana eram os de Maikon Leite e Chico, do Atlético-PR, de Lucas Viatri, do Boca Juniors, e até mesmo de Alex, que atualmente está no Fenerbahce, da Turquia. O planejamento, no entanto, deve mudar tudo. O meia que já é ídolo na torcida, por exemplo, dificilmente virá.

O que continua certo é que o Palmeiras fará uma lista de dispensas. Felipão não gosta do termo, apenas assume que nenhum jogador é inegociável. Tadeu e Ewerthon são dois do atual elenco que dificilmente ficarão. Além disso, mais de cinco jogadores voltarão de empréstimos e também devem ser renegociados.

O Palmeiras assume dificuldades financeiras e está, mais uma vez na temporada, devendo diretos de imagem para alguns de seus jogadores. Como se não bastassem as dificuldades econômicas, o time também vive o período eleitoral, que deixa o ambiente político mais do que tumultuado. Não se sabe quem será a diretoria na próxima temporada e isso, em um lugar onde a guerra de egos é muito forte, pode mudar todo o planejamento do clube. 

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