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Futebol
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Palmeiras deve anunciar decisão sobre Clube dos 13 nesta semana

Tendência é que clube continue filiado à entidade, mas negocie direitos de televisão de forma independente

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

O Palmeiras segue sem uma definição oficial do que fará em relação ao Clube dos 13. A expectativa era de que o assunto seria debatido nesta segunda-feira, na reunião do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização), mas as seis horas de encontro não foram suficientes para discutir todos os assuntos necessários. A tendência é que até o fim da semana um comunicado oficial seja feito.

Enquanto isso, o presidente do clube, Arnaldo Tirone, tenta levar a dúvida o mais longe possível. Ele ouve conselhos de vários lados, como do ex-presidente Mustafá Contursi, mas prefere tomar uma decisão depois de todos, para evitar que seja algo precipitado.

O que é quase certo é que o clube não vai sair do Clube dos 13. O que pode acontecer é uma postura parecida com a dos clubes cariocas, que apenas negociarão os direitos de televisão separado do resto, mas continuaram filiados à entidade.

Gazeta Press
Arnaldo Tirone sinalizou que não aceitará quantia menor do que a que o Corinthians negociará com a Globo
O Palmeiras já sinalizou que não aceitará uma quantia menor do que a que o Corinthians negociará com a TV Globo. Por isso, ou o valor chega perto dos R$ 70 milhões, assim como ao arquirrival espera, ou o clube terá de abrir mão de seu ideal.

A reunião dessa segunda-feira, além de dar o novo prazo para Tirone solucionar os problemas da Arena, também serviu para a aprovação de contas. A administração de Luiz Gonzaga Belluzzo teve sua última reprovação. Os membros do COF reprovaram as contas do período entre os dias 1º e 19 de janeiro, mas aprovaram por 10 a 7 as contas do dia 19 até o dia 31 do mesmo mês.

Apesar da aprovação de Tirone, a caça por corte de gastos continua. Diretores sugeriram a Tirone que alguns departamentos amadores deficitários fossem extintos, o que gerou revolta entre os sócios.

Todos funcionários que recebem salários prestando nota também precisaram explicar a sua função e “justificar” o salário a Edvaldo Frasson, vice-presidente administrativo. Cortes de funcionários são estudados.

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