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Palmeiras comemora 97 anos e começa a viver só de esperanças

Time bate na trave nas tentativas, esbarra na política conturbada e tem na Arena a chance de voltar às vitórias

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

O Palmeiras completa 97 anos nesta sexta-feira e já começa a entrar em um dos piores períodos de sua história. Sem título de expressão desde 1999 e com apenas a taça do Paulistão em 2008, o time vive um marasmo e usa o passado para consolar os mais de 15 milhões de torcedores que tem espalhados pelo mundo. E justamente por isso, vitórias que antes seriam tratadas como normais, agora, são suspiros de que o time volte à rota das conquistas.

Com problemas políticos praticamente durante toda a sua trajetória, o Palmeiras volta a ter uma administração conturbada. Se a maioria conseguiu eleger Arnaldo Tirone com o apoio de Mustafá Contursi, Affonso Della Mônica e Carlos Fachinna Nunes, hoje, essa extensa base de apoio já perdeu boa parte de seus pilares e passou a compor uma oposição, que, muitas vezes, mais destrói do que opõe de maneira saudável.

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Gilto Avallone é um bom exemplo disso. Ferrenho escudeiro de Mustafá Contursi, ele combate os gastos excessivos e assume publicamente que distribui documentos do clube e municia o Ministério Público para, por exemplo, tentar paralisar as obras da Arena Palestra .

O novo estádio, aliás, é uma das poucas esperanças concretas de que o futuro do Palmeiras pode ser melhor. Em ritmo acelerado, as obras devem ser finalizadas ainda antes do previsto, que era março de 2013. Mesmo com apenas porcentagem dos lucros à disposição, o time deve ganhar mais do que lucrava com o antigo Palestra Itália e ainda mais com o que ganha atualmente, alugando o Pacaembu e o Canindé.

Dentro de campo, a perspectiva não é das melhores. Com a política de economizar o máximo possível, o time vem, literalmente, apostando. Alguns já não deram certo: Adriano Michael Jackson, Paulo Henrique e Max Pardalzinho são exemplos. Agora, a esperança fica por conta de Fernandão, Ricardo Bueno e Pedro Carmona. A torcida espera que eles sigam o sucesso de Cicinho, que veio de time pequeno e conseguiu ir bem.

Nesta sexta-feira, os melancólicos torcedores palmeirenses tentaram esquecer a tristeza, vestir a camisa verde para formarem o que chamam de “Tsunami Verde”. Enquanto isso, conselheiros tentam se esbaldar no banquete que levou o rótulo dos p róprios organizadores de “econômico”.

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