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Palermo se despede de La Bombonera e do Boca Juniors

Atacante joga sua última partida com a camisa do clube no qual alcançou a marca de 227 gols no Campeonato Argentino

EFE |

O atacante Martín Palermo disputará neste domingo, diante do Banfield, sua última partida com a camisa do Boca Juniors em La Bombonera, estádio que o atleta de 37 anos conquistou desde 1997 com 129 gols marcados, recorde que pretende ampliar para se tornar o quarto maior artilheiro da história do futebol argentino.

A venda de ingressos pela internet começou nos últimos dias com uma grande procura, já que a despedida de Palermo do estádio do clube da capital, que acontecerá em um confronto válido pela penúltima rodada do Torneio Clausura, é considerada histórica. O Boca precisa vencer para seguir com chances de obter uma vaga na próxima Copa Sul-Americana, e conta com a capacidade de fazer gols de um de seus maiores ídolos em toda a história.

"Esta será uma partida que fará história. Um jogador extraordinário se despede de La Bombonera, e para todos nós é uma honra estar perto dele", disse o técnico da equipe, Julio César Falcioni, que tentou convencer o veterano jogador a permanecer em atividade até o fim do ano.

Palermo marcou 227 gols em jogos do Campeonato Argentino, mesma quantidade de José Sanfilippo, quinto maior artilheiro do país, que entre as décadas de 50 e 70 atuou por San Lorenzo, Banfield e pelo próprio Boca. O quarto é Manuel Pellegrina, atacante das equipes Estudiantes e Huracán entre as décadas de 30 e 50, que balançou as redes 229 vezes. Alcançá-lo é o último desafio de Palermo. "A decisão já está tomada. Foi difícil, mas deixarei o futebol. Meu maior desejo é aproveitar meu último jogo em La Bombonera, me despedir dos torcedores. Depois, na segunda ou na terça-feira, analisarei a partida contra o Gimnasia e, como sou profissional e pela camisa do Boca, se houver algo em jogo, como lutar para na Copa Sul-Americana, estarei em campo", declarou o atacante durante a semana.

"O sentimento e a maneira de ser do torcedor do Boca jamais serão esquecidos por mim, além dos gols e dos títulos. Conhecer o torcedor do Boca profundamente me fez dar conta que este clube é grande não pelos jogadores nem pelos dirigentes, mas pela torcida", acrescentou. La Bombonera foi palco de despedidas de grandes ídolos do clube de Buenos Aires apenas duas vezes n história, a do meio-campista Antonio Rattin, em 1970, e a de Diego Maradona, em 2001. Com o Boca Juniors, Palermo ganhou seis títulos do Campeonato Argentino e oito em torneios internacionais, entre eles o da Taça Libertadores em 2000 e 2007.

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